O almoço decorreu com alguma animação por parte de Arminda, que adorava ter à mesa os seus dois homens, como ela costumava dizer. Filho único e tantos anos, afastado do país, Nuno sempre que tinha o fim-de-semana livre, ia almoçar com os pais. Adorava ver aquele brilho de felicidade nos olhos maternos.
Seguidores
2.3.22
ARMADILHAS DO DESTINO - PARTE XIX
O almoço decorreu com alguma animação por parte de Arminda, que adorava ter à mesa os seus dois homens, como ela costumava dizer. Filho único e tantos anos, afastado do país, Nuno sempre que tinha o fim-de-semana livre, ia almoçar com os pais. Adorava ver aquele brilho de felicidade nos olhos maternos.
25.10.21
UMA NOITE DE INVERNO - PARTE IV
Depois ele montou uma pequena oficina nas traseiras, e ela, voltou à costura. Como não tinham filhos, todos os anos faziam uma grande viagem. Passeavam sempre que podiam e lhes apetecia e os anos foram passando, mas se a idade, fez com que as labaredas da paixão, se fossem aos poucos transformando num fogo mais brando, eles estavam cada dia mais unidos, mais companheiros, mais cúmplices.
Perdeu a sua característica doçura, andava sempre irritada. E chorava com frequência, que ele bem via os seus olhos vermelhos. Uma fase que durou quase três anos. O médico receitou calmantes, que ela não queria tomar, porque a deixavam meio a dormir o dia todo.
1.10.21
SINFONIA DA MEMÓRIA - PARTE XXVI

Todavia isto é a nossa conclusão mas sem provas nada podemos fazer e por isso pensámos preparar-lhe uma armadilha para o apanhar. Porém precisamos da sua ajuda.
27.9.21
SINFONIA DA MEMÓRIA - PARTE XXIV

Estavam no cemitério. Fernando caminhava atrás de uma carrinha funerária. Ele e meia dúzia de pessoas. Um homem pouco mais velho do que ele, e dois outros bem mais velhos. E três mulheres. Todas idosas. Percebeu que uma delas seria a mãe do outro homem. As duas restantes, as esposas dos outros dois. Ele estava sozinho. Atrás deles algumas pessoas importantes.
10.9.21
SINFONIA DA MEMÓRIA - PARTE XVII
Eram dez horas da manhã de segunda-feira, quando os três partiram para a aldeia na Beira Alta onde iam passar o Natal na casa dos pais de Helena. Nas vésperas tinham passado o dia no Centro Comercial, onde ela comprara para ele, várias peças de roupa. No inverno precisa-se muito mais roupa que no verão, especialmente no norte do país onde é mais rigoroso.
6.9.21
SINFONIA DA MEMÓRIA - PARTE XV
O cheiro a café acabado de fazer, acordou Helena. Ficou uns momentos em silêncio, tentando situar-se no dia exato, como quando alguém acorda antes de tempo. Ouviu a voz do filho. A empregada já teria chegado? Não. Era domingo ela tinha o dia livre.
1.9.21
SINFONIA DA MEMÓRIA - PARTE XIII
Jantaram na cozinha. Helena, ia pôr a mesa na sala, mas Fernando pediu para o fazerem ali, e ela acedeu. Afinal tinha-lhe dito que era ali que sempre o fazia com o filho, insistir em comer na sala, seria tratá-lo como uma visita, e ela queria que ele se sentisse o mais possível integrado na família. Pensava que isso poderia contribuir, para que a memória voltasse.
11.6.21
COMEÇAR DE NOVO - PARTE XVIII
- Queres dizer que ela é a mulher que procuro?
-Nada disso! Estou apenas a raciocinar em voz alta. E dizes
que a criança é parecidíssima com a Laura? Que idade tem essa menina? Viste a
data de nascimento?
-Claro. Faz em Maio, treze anos. Não estás a pensar que
essa criança pode ser minha, estás?
-Porque não? Eu estava presente no hospital, quando o
Ricardo te perguntou se continuavas apaixonado por aquela jovem, e falou de
como vocês passaram as férias grudados um no outro.
-Não! Tu conheces-me. Eu nunca seria irresponsável ao ponto
de engravidar uma jovem, quando ainda não tinha condições de casar com ela. De
certeza tomei precauções para que isso não acontecesse.
-Tu és médico. Sabes
melhor que ninguém que não há nenhum método cem por cento infalível. Essas
coisas acontecem. Pensa no que aconteceu com a tua irmã. Pensas que ela queria
engravidar naquela altura?
- Mas como é
possível, se houve uma paixão tão intensa assim, eu continuar a não me lembrar
dessa época?
- É possível! O nosso cérebro, é um enorme armazém, cheio de
milhares e milhares de memórias. Elas não são todas guardadas da mesma maneira.
Há milhares de coisas que vivenciamos um dia e que nunca mais recordamos porque
o nosso cérebro as arquiva como sem importância, outras que recordamos durante
uma época e outras que recordamos toda a vida, porque elas são arquivadas em
diversos zonas consoante a importância que lhes damos nos momentos em que as
vivemos. Não te vou falar dos vários tipos de amnésia, porque já falámos disso há bastante tempo e tenho a certeza que tens investigado todas, suas causas e sintomas. Sabes que quando a amnésia é provocada por um trauma psicológico, stress, ou álcool ela pode terminar em qualquer momento logo que a vida do paciente volte ao normal. Mas quando é provocada por um trauma físico, como uma
pancada na cabeça, um AVC, um tumor, ou qualquer outra agressão, a zona do cérebro que foi afetada, pode não recuperar nunca e
nesse caso, as memórias armazenadas nessa zona desaparecem para sempre tal como
documentos desaparecem quando devorados por um incêndio.
- E não posso fazer nada? Meu Deus, não posso viver nesta
incerteza o resto da vida.
- Mas admitindo que seja ela, e que a menina possa ser
minha filha. Que direito tenho eu de entrar assim sem mais nem menos na vida
delas? E se ela tem alguém? O facto de não ser casada, não quer dizer que não
viva numa relação feliz.
-Ou não. E não podes sabê-lo sem falares com ela.
-Se ela quiser falar comigo! E se isso não acontecer?
-Está tão atormentado, que quase não raciocinas. Estás de
serviço amanhã?
- Não! Estou livre este fim de semana.
- Dá no mesmo. Podes sempre ir lá logo de manhã. Leva um
Kit de ADN, e faz a recolha.
Se como penso a menina for tua filha, ela não poderá deixar
de te ouvir. Tens o direito de poder ver e acompanhar o crescimento e educação
dela, mesmo que ela tenha outra relação e não queira saber de ti como possível marido.
E se não tiver ninguém, depende de ti quereres ou não conquistá-la de novo.
-- Meu Deus,
Fernando! Não posso admitir que aquela menina linda possa ser minha filha, e
pensar que podia levar a vida inteira sem ter conhecimento disso.
-Tens que o admitir se fizeres o teste de ADN e for esse o
resultado. E ela não poderá tirar os teus direitos de pai.
-Mas como vou fazer o teste de ADN sem a sua autorização?
Isso é ilegal!
-É? Mas não dizem que os fins justificam os meios? De resto se o resultado for negativo, ela
nunca saberá que o fizeste. E se for positivo, não terá coragem de participar
de ti. Pensará que a filha não lhe perdoaria se soubesse que acabou com a tua
carreira, e as mulheres pensam sempre nos filhos antes de qualquer outra
coisa. E agora se te fosses vestir e
fossemos dar uma volta por aí?
- Desculpa, sei que
a tua intenção é boa, mas não tenho vontade nenhuma de sair.
-- Bom então agora aceito aquela cerveja que me ofereceste
há bocado. Também não estou com muita vontade de sair. Tens estado com a Laura?
Como é que ela está?
Gonçalo levantou—se e foi à cozinha buscar a cerveja. Não
lhe passara despercebida a tristeza na voz do amigo.
9.6.21
COMEÇAR DE NOVO - PARTE XVII
No umbral estava um homem mais ou menos da sua estatura, de
pele clara, cabelo castanho aloirado, e olhos cinzentos. Vestia umas calças de
ganga e um T-shirt imaculadamente branca.
Os dois cumprimentaram-se com um aperto de mão.
-Entra - disse Gonçalo afastando-se para deixar entrar o
amigo.
Fechou a porta ao
mesmo tempo que dizia:
-Vamos para a cozinha. Podemos conversar enquanto preparo
qualquer coisa para comer. Esqueci-me de jantar. Suponho que tu já jantaste.
- Claro. E tu deves estar pior do que eu pensava para te
esqueceres de jantar. Podes começar, que sou todo-ouvidos.
Gonçalo abriu o frigorífico, retirou uma embalagem de
queijo, outra de presunto que colocou em cima da mesa. De uma caixa sobre o
balcão retirou uma carcaça, abriu-a colocou-lhe dentro uma fatia de presunto e
outra de queijo e colocou o pão na tostadeira. Voltou a abrir o frigorífico e
tirou um refrigerante.
-Queres tomar alguma coisa? Uma cerveja, ou algo mais
forte? – perguntou ao amigo.
- Por agora não. Não me digas que isso vai ser o teu jantar?
-Mais logo, antes de me deitar, como mais qualquer coisa,
por agora isto chega, - disse sentando-se à mesa
Fernando não respondeu. Conhecia o amigo desde criança e
sabia que alguma coisa tinha acontecido. Alguma coisa que ele tardava a contar
o que demonstrava bem como estava perturbado. Paciente esperou que ele
desabafasse. Coisa que ele não fez até acabar de comer. Então levantou—se e
disse:
-Desculpa ter-te estragado a noite. Dá para perceber que
estou meio perdido. Anda vamos para a sala que já te conto tudo. Não queres
mesmo tomar nada? -perguntou quando entraram na sala.
A ver o aceno negativo do amigo, esperou que ele se
sentasse no sofá e sentou-se no cadeirão em frente. Então Gonçalo começou a
falar de todo o desassossego que tomara conta dele desde que duas semanas atrás
aquela desconhecida chocara com ele, até aos acontecimentos desse mesmo dia. Falava baixo, como se estivesse sozinho apenas
pensando em voz alta. Fernando não se atreveu a interrompê-lo.
Depois de alguns segundos em silêncio, perguntou:
- O que pensas
disto? O sério e responsável Gonçalo Bacelar, está ou não ficando louco?
- Dizes que a sua presença te perturba, mas, no entanto,
isso não te trouxe nenhuma memória dela? O seu rosto não te diz nada?
-Não. Todavia quando ela levantou os olhos para mim naquele
dia, foi como se o meu corpo, tivesse sido atravessado por uma descarga
elétrica. E hoje? Via-a aflita com a filha e não podia encará-la para que não
lesse no meu olhar o desejo que tinha de abraçá-la e consola-la.
-E ela? Parecia---te perturbada?
- Como não? Tu não estarias perturbado, se tivesses um
filho doente?
-De certo que sim, mas e no primeiro encontro? Disseste que
te pareceu ler surpresa e medo no seu olhar. Porque ela teria esses sentimentos se não te
conhecia de lado nenhum?
7.6.21
COMEÇAR DE NOVO - PARTE XVI
Gonçalo encontrava-se sentado no sofá da sua sala. A
Televisão estava desligada, a garrafa de cerveja, estava quase cheia. Já
“morta” pois a Primavera já fazia lembrar o Verão e há mais de três horas que a
abrira. Desde que chegou a casa, apenas
tomou banho, enfiou uns bóxeres, pegou numa garrafa de cerveja e sentou-se ali
a pensar nos acontecimentos daquele dia. Ainda não acreditava que fora capaz de
ir ter com aquela mulher e assim sem mais nem menos dizer-lhe que queria falar
com ela.
A mulher devia ter pensado que estava doido. E será que não
estava mesmo a enlouquecer? A infrutífera busca de uma lembrança, durante aqueles
quase catorze anos, não estariam mesmo a dar com ele em doido? Ele não a conhecia. Então porque o seu
coração disparava quando ela estava perto? E porque é que a filha dela, se
parecia com a sua irmã como duas gotas de água? Se a sua sobrinha Sara, não
fosse tão parecida com o pai, ele poderia pensar numa troca de crianças na
maternidade, mas assim nem essa hipótese era plausível
“Esquece as semelhanças da criança com a Laura, Gonçalo –
dizia-lhe a voz da razão. – Estás farto de saber que há pessoas parecidíssimas
sem que tenham qualquer vínculo familiar. Nunca ouviste falar em sósias?”
Passou a mão pela testa.. É claro que ele sabia que havia
pessoas muito parecidas, e até já vira em revistas e televisão sósias de alguns
atores famosos.
Mas não era só isso. Ele viu surpresa e medo no olhar
daquela mulher, quando tropeçou nele à porta da escola, antes de fugir a
correr. E se não se conheciam não havia razão para essa reação.
Em desespero, apertou a cabeça entre as mãos. E nesse
momento o telemóvel tocou. Olhou o ecrã. Fernando Novais. Atendeu.
- Estou…
- Gonçalo, estás de serviço, ou em casa?
- Porquê?
- Lembras-te do Ernesto Vieira, aquele gajo, da Guarda que terminou
o curso connosco?
- Lembro-me.
-Encontrei-o hoje por acaso. O tipo está há seis anos num
hospital em Londres. Casou com uma inglesa, e foi pai o mês passado. Veio
apresentar o bebé aos avós. Perguntou
por ti e pelo Paulo Antunes. Pediu para vos dizer que gostaria de se encontrar
connosco amanhã à noite, para beber uns copos e matar saudades. Estás
disponível?
- Estou, embora para te ser sincero, não ande muito
animado.
- Que se passa, pá? Alguma coisa com a tua irmã?
Notou a ansiedade na voz do amigo.
-Não.
- Ouve lá, precisas de ajuda? Queres que vá até aí? Não
tenho nada combinado para esta noite.
Fernando era psiquiatra e um bom amigo. O único aliás que
conhecia o seu problema.
- O quê, não tens um programa para hoje? A uma Sexta-feira?
Estás a ficar velho, amigo.
- Vai-te lixar, Gonçalo. Precisas ou não de um amigo?
- Acho que preciso mais de um psiquiatra, - respondeu quase
num murmúrio
- Quinze minutos e
estou aí – disse desligando.
Gonçalo, pousou o telemóvel, foi ao quarto, enfiou umas
velhas calças de ganga e uma T-shirt. Sentiu fome. Afinal não jantara. Mas o
Fernando devia estar a chegar. O bom do Fernando, filho único de um casal
vizinho e amigo dos seus pais.
Os dois eram amigos e companheiros de brincadeiras desde a
mais tenra idade. Apaixonara-se pela sua irmã desde a primeira vez que a viu,
era ela apenas um bebé de dois dias de idade. Podia ser um amor fraternal, e
provavelmente fora-o, pela menina que punha de lado as bonecas e andava sempre
atrás dos dois querendo participar nas brincadeiras deles. Mas à medida que os
anos se passavam, esse amor transformou-se numa paixão que ele nunca confessou,
primeiro porque Laura era muito jovem e ele tinha receio de a assustar com o
seu amor. Resolvera esperar e, entretanto, a irmã conhecera Joaquim e todos os
outros homens deixaram de existir para ela.
Gonçalo suspeitava de que o amigo continuava apaixonado
pela sua irmã. A campainha da porta tocou e ele apressou-se a ir abrir.
26.8.20
CILADAS DA VIDA - PARTE XXIV
3.8.20
CILADAS DA VIDA - PARTE XIV
Terminado o almoço, Gustavo e Teresa passaram ao escritório, onde a jovem pôs o advogado ao corrente de tudo o que lhe foi dito no Centro Clínico onde fizera a Inseminação terminando com as perguntas:
Mas esse não é o teu caso, um exame de ADN pode provar que és a mãe da criança e em princípio os tribunais dão sempre prioridade às mães desde que elas tenham meios financeiros, para criarem a criança, e uma conduta irrepreensível.
22.7.20
CILADAS DA VIDA - PARTE IX
Afastou a cadeira e pôs-se de pé. Era um homem alto, de corpo atlético. Moreno, e o cabelo que usava com um curto muito curto, era escuro, já grisalho nas têmporas, apesar de ainda faltarem três meses, para fazer trinta e cinco anos; os olhos cinzentos, um tanto oblíquos, que davam ao seu rosto um ligeiro ar oriental, contrastavam fortemente com o rosto moreno e o cabelo escuro. Testa alta, nariz retilíneo, queixo quadrado e boca grande de lábios cheios, que raramente se abriam num sorriso. Os quase um metro e noventa, de altura, os ombros largos, a cintura estreita, as pernas longas e poderosas, davam-lhe uma imagem de força que intimidava os seus opositores.
Emocionado, ele abraçara o pai, acabando os dois a chorar abraçados até que uma enfermeira entrou e o expulsou do quarto. Foi o único e último abraço. Na manhã seguinte o hospital informou-o de que o pai partira durante a madrugada.
23.10.19
OS SONHOS DE GIL GASPAR - PARTE V
Quando era criança, Gil tinha muitos sonhos. O principal, era poder estudar, ir para a Universidade, formar-se e dedicar-se à escrita. Ele tinha consciência que era um sonho irrealizável, pois era o mais velho dos três irmãos, o que se esperava dele, era que arranjasse um emprego e ajudasse a mãe a criar os irmãos. Para esquecer, Gil dedicava o tempo livre a jogar à bola e depressa o seu incrível talento foi notado pelo olheiro de um clube. As promessas de sucesso, fizeram-no desviar-se do seu sonho principal e dedicar-se de corpo e alma ao futebol, conseguindo apenas terminar o secundário.
Muitos anos mais tarde, com o fim da carreira e o afastamento dos relvados, podia enfim dedicar-se aos estudos e à escrita.
Sempre gostara de escrever, e decidiu escrever um livro que contava a história de vida de dez miúdos de uma rua nos arredores da cidade. Embora os nomes e a localidade fossem ficção era uma história autobiográfica, aqueles miúdos eram os seus amigos de infância. Ele conhecia as suas vidas de quase miséria, os sonhos de cada um, as lutas diárias, as desistências da escola, a violência doméstica, a entrega às drogas, o roubo e por fim a desistência da própria vida, como se conhecia a si mesmo. Dos dez apenas dois tiveram sucesso, ele e Raul Flores que graças ao seu enorme talento para a música, e ao interesse de um professor, conseguira uma bolsa de estudo e a entrada no Conservatório. E atualmente dirigia uma orquestra em Londres. Dos restantes, um suicidara-se com apenas dezasseis anos, outro estava preso, dois morreram com uma overdose, dois emigraram para França, um estava desaparecido há mais de dois anos, e o último, era o seu irmão Marco, apenas dois anos mais novo do que ele.
14.10.19
OS SONHOS DE GIL GASPAR - PARTE I
Continua
Amigos o meu olho direito está melhor Graças a Deus e às gotas. O esquerdo está na mesma, nem é de esperar outra coisa enquanto o transplante não for feito. Entretanto já fiz todos os exames que me pediram embora do último, feito na Sexta-feira, só vá buscar o resultado dia 22.
E este é o primeiro capítulo da nova história, que ainda nem chegou a meio. De modo que contrariamente ao costume esta história, sairá apenas três vezes por semana. Espero que compreendam a minha situação.












