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21.7.19

PORQUE HOJE É DOMINGO





A mulher diz para o marido:
-Amor temos que avisar o nosso filho para não se casar com aquela bruxa que ele namora.
Responde o marido:
-Eu não vou dizer nada. Quando foi a minha vez ninguém me avisou.


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Um bêbado sai da igreja e pega na bicicleta. Diz-lhe o padre:
-Vai com Deus meu filho e que São Pedro, Santa Luzia, Santo António e Nossa Senhora te acompanhem.
O bêbado montou na bicicleta e abalou. Uns metros mais à frente caiu. Levantou-se com dificuldade dizendo:
- Eu sabia que tanta gente na bicicleta não ia dar certo...


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O chefe pergunta ao empregado:
- Você acredita na vida após a morte?
- Claro que não, chefe. Não existem nenhumas provas disso. Nunca ninguém voltou para provar que está do outro lado.
E o chefe diz:
- Está enganado. Ontem, depois que você saiu mais cedo para ir ao funeral do seu tio, ele esteve aí à sua procura.

                          
                      ********************

Na escola a  professora pergunta:
-Joãozinho o que o menino quer ser quando crescer?
-Milionário, gastar dinheiro a rodos, ter uma Kenga só para mim, vou dar um cartão de crédito sem limite para ela, um carro importado...
-Basta! Que coisa feia - diz a professora irritada. 
E voltando-se para uma menina pergunta:
-E você Mariazinha o que vai querer ser quando crescer?
-Eu queria ser médica, mas agora quero ser a Kenga do Joãozinho.



                                 *****************
Dois amigos conversam.
- Minha mãe nunca gostou de nenhuma das minhas namoradas. Uma era alta demais, a outra baixa de mais, uma burra demais, a outra inteligente demais, uma magra demais, outra gorda demais, uma falava demais, a outra calada demais.Finalmente achei a mulher ideal. Ela se parece com a minha mãe, fala como a minha mãe, anda como ela, enfim é uma cópia exata da minha mãe.
- Mas não pareces muito feliz -diz o amigo. Qual é o problema?
-O meu pai. Desta, quem não gosta é o meu pai!






20.7.19

LONGA TRAVESSIA - PARTE III





Teresa sempre lhe dizia que trabalhava demais. Numas férias, pelo Natal, há oito anos atrás, quis que ele a acompanhasse à terra a fim de conhecer a sua família. Aquilo cheirou-lhe a compromisso e isso era algo que estava fora das suas ambições. Ela foi sozinha, e ele aproveitou para se despedir do banco, entregar na editora, o trabalho que tinha em mãos e partir. A Inglaterra pareceu-lhe o melhor sítio para levar a cabo o seu plano de enriquecimento e foi para lá que seguiu. Nunca mais soube da jovem Teresa.
  Que seria feito dela? Teria regressado à terra quando acabou o curso, ou teria ficado na cidade? Devia ter… trinta e um anos. E se era linda quando a conheceu, agora devia ser uma mulher muito bela. Talvez tivesse casado, quem sabe tinha filhos. Passou a mão pela testa, como se quisesse afastar aqueles pensamentos.
Devia concentrar-se no negócio do dia seguinte. Estava prestes a comprar mais uma empresa, para juntar ao lote das que já tinha. Naqueles oito anos, construíra quase um império. E tudo começou com a compra de uma pequena fábrica de loiça, em vias de falência. Quando conseguiu erguê-la e já lhe dava lucro comprou outra.
Tinha-se rodeado de pessoal eficiente e de confiança. Tornara-se num negociador implacável. Por vezes, sentia – se como um abutre humano sempre seguindo aqueles que estavam na pré falência.
Os seus negócios eram tão diversificados que iam desde a fruta até aos medicamentos.
Agora estava na eminência de adquirir uma empresa de produtos para o lar, no seu país. Já tinha apresentado uma boa proposta, e no dia seguinte se veria se o negócio se concretizava.
Pensou que talvez fosse a sua última aquisição. Sentia-se cada dia mais cansado. Quase não viveu com a ânsia de enriquecer, e agora que sentido tinha a sua vida? Com quem partilhar aquela esplêndida casa?
Se ao menos a mãe fosse viva. Mas coitada, partira antes de ver o filho concretizar os seus sonhos de grandeza.
Estava a ficar velho. Decididamente. Só assim se justificavam os sentimentos que ultimamente o vinham assaltando.
Se ao menos tivesse um irmão, um sobrinho, alguém de família. Mas apenas lhe restavam uns primos, com quem nunca teve afinidade e que segundo informações recentes tinham emigrado para o Canadá.
 Estava sozinho. Olhou o relógio. Quase duas horas. Eram horas de dormir. Levou o copo, para a cozinha
Depois dirigiu-se à casa de banho.
Tomou um duche, vestiu apenas uns calções de pijama, escovou os dentes e dirigiu-se ao quarto.
Puxou a colcha para trás, e antes de se deitar, lançou um breve olhar para a cama. Demasiado grande para a sua solidão.




19.7.19

LONGA TRAVESSIA - PARTE II


Voltou a poisar o telemóvel no mesmo sítio, olhou a mulher idosa que se encontrava na tela, e por momentos o seu rosto suavizou-se.
Murmurou algo entre dentes. Uma prece ou um reparo? 
Voltou para a sala. Ligou a televisão, e foi mudando de canal. Passados uns minutos, desligou o aparelho. Sentia-se cansado. Que seria que se passava com ele? Nunca tinha sentido aquele peso, aquela sensação de que alguma coisa lhe faltava. Olhou à sua volta. Tudo naquela casa era confortável e bom. Mas de que lhe valia isso. Que lhe valia a fortuna acumulada em tantos anos de lutas e sacrifícios?  Nunca em toda a sua vida pensou em ter uma família. Uma mulher, filhos. Crescera com um único desejo. Ser rico. Por isso lutara tanto. Era ainda um menino quando albergou no seu coração a ambição. E ela cresceu tanto e tão forte, que não deixou nele, lugar para mais nada. 
Amor? Não acreditava no amor. O dinheiro comprava tudo. Até o amor. Ele teve sempre as mulheres que quis, quando lhe apeteceu. Mulheres que davam qualquer coisa, para passarem com ele umas horas ou dias. Talvez tivessem esperanças de algo mais. A ele nunca lhe interessou saber. Do mesmo modo que nunca alguma lhe fez mossa, ou deixou recordação. Bom, para ser sincero, não era bem assim. Houve uma que foi especial.
 Tinha sido há quase dez anos. Ele trabalhava num banco e ela estava na faculdade. Conheceram-se por acaso. Ele saíra do trabalho e dirigia-se para casa. Ela vinha da Universidade e esbarraram um no outro ao dobrar a esquina da rua.  Segurou-a para que não caísse, e ao olharem-se sentiram uma grande atração um pelo outro. Tão grande, que quinze dias depois, ela deixava o quarto que dividia com uma amiga e mudava-se para o seu apartamento. Mais nova do que ele, era uma jovem, séria, estudiosa, e muito bonita. Chamava-se Teresa.
Recordou o seu belo rosto moreno, os doces olhos castanhos, as suas mãos de longos e finos dedos, que se moviam roçando o seu rosto com a suavidade de uma borboleta. A voz doce com que lhe murmurava “Amo-te” ou a loucura com que partilhava os momentos de paixão no leito, ficaram-lhe gravadas na alma. Foi uma época mágica.
Às vezes Mário pensava que nesses dois anos viveu aquilo que mais se aproximaria do amor.
Porém naquela altura estava tão cego pela ambição, que não havia, no seu coração lugar para mais nada.
Limitava-se a juntar tudo o que podia, Trabalhava muitas horas. Não só no banco, como em casa, onde fazia trabalhos de tradução





Aproveito para atualizar as notícias. O marido Graças a DEUS está melhor e tenho esperanças de que em breve virá para casa. O meu olho continua em tratamento, a próxima consulta como já vos disse é só dia 2 de Agosto. A tendinite no braço tem-me dado muitas dores pesar do Ibuprofeno do Dualgan, e do Sirdalud. O médico disse-me para dar o máximo de repouso ao braço. Mas como dar descanso ao braço direito?
Bom ainda não comprei o pc, mas estou com o portátil da minha nora. Andei  às voltas com o Smartphone para fazer a reedição mas não fui capaz.

18.7.19

LONGA TRAVESSIA - PARTE I

reedição


O homem abriu a porta, e fechou-a atrás de si com um toque de calcanhar. Carregou no interruptor e o espaço encheu-se de luz. Estava numa pequena sala de entrada, com um único móvel de madeira escura, com tampo de mármore encimado por um quadro a óleo.
Junto à porta um bengaleiro.
 Despiu o casaco e pendurou-o. Depois em passos largos encaminhou-se para a divisão seguinte.
Acendeu a luz, e sem se deter caminhou até um pequeno bar e segurando um copo serviu-se de uma dose de Uísque. De um pequeno frigorífico incrustado e dissimulado no bar, retirou e colocou no copo, duas pedras de gelo.  Com o copo na mão sentou-se num dos brancos sofás que compunham a sala. 
O homem que devia andar perto dos quarenta anos, era alto, e bem constituído. Tinha uns olhos escuros e cabelos pretos, mas nas suas têmporas, apareciam já alguns fios brancos. O rosto, moreno, dir-se-ia ter sido esculpido por um talentoso escultor dada a sua perfeição.
Vestia roupas de corte elegante de bom tecido. Decididamente era um homem rico, e bonito, capaz de ter tudo o que desejava, mas naquele momento, recostado no sofá, de olhos semicerrados e aspeto cansado, não aparentava ser um homem feliz. Pelo contrário, se por ali houvesse um pintor, em busca do tema ideal para retratar a solidão, decerto acharia que tinha encontrado o modelo perfeito.
Apesar do seu porte atlético, parecia demasiado pequeno na grande sala com os dois enormes sofás brancos, a parede atrás de si completamente coberta de livros, o bar do seu lado esquerdo, e o reposteiro que cobria toda a parede da frente possivelmente envidraçada.
Ouviu-se o som de um telemóvel. O homem abriu os olhos e procurou o aparelho. Lembrou que o tinha poisado, no móvel da sala de entrada.
Sem vontade, levantou-se e foi até lá. Atendeu. Era Diogo, o advogado.
-Que se passa? – Perguntou com brusquidão.
- Queria lembrar a hora da reunião amanhã com os donos da “Tudilar”
- Que é às dezassete, já me tinhas dito.- Replicou aborrecido. Espero que tenhas tudo pronto, Quero efetuar a compra amanhã. Estou a pensar viajar de novo em breve.
- Está tudo em ordem. Creio que não vai haver problema. Eles estão com a corda na garganta. É a venda ou a falência.
-.Está bem. Espero-te no meu escritório às quinze para revermos isso.
- Lá estarei, Mário.







17.7.19

CONVERSANDO COM O LEITOR



Bom amigos , até aqui estava tudo escrito e programado. Agora não há nada novo. Todos sabeis como este ano tem sido aziago para mim e família. começou com o meu olho, que continua sem ver, apesar de duas cirurgias e cinco meses de tratamento, depois a descoberta de um nódulo no estômago do marido, que graças a Deus não é nada de cuidado mas que nos deixou em pânico até chegar o resultado da biopsia, o AVC do meu cunhado há dois meses, o AVC do meu marido há 12 dias, e por último uma tendinite no meu braço direito que me tem deixado maluca de dor.
Como devem perceber não há disposição, nem inspiração que resistam. E se a houvesse também não há pc que coitadinho morreu há 15 dias. De modo que ou fecho a loja,  ou reedito outra história. Pelo menos até que o marido saia do hospital e possamos comprar um novo computador.

16.7.19

UM PRESENTE INESPERADO - PARTE L









EPÍLOGO


-Agora que já nos conhecemos, aceitas sair comigo? - perguntou Ricardo
-Para onde? – perguntou Isabel.
- Por aí, ao sabor do destino. Estamos no mês de Junho, e  em Lisboa há um arraial em cada esquina. Amanhã é sábado, não precisamos levantar cedo. Podemos ir até um bar, ou simplesmente passear junto ao Tejo de mãos dadas. Tu decides.
- Dá-me cinco minutos para mudar de roupa, não me parece que estejamos adequadamente vestidos para esse tipo de programa.
- Muito bem, eu também vou.
Meia hora depois, os dois de calças de ganga e T-shirt passeavam de mãos dadas, junto ao Tejo, admirando os reflexos das luzes nas águas calmas do rio, misturando-se com os pares de namorados que por ali andavam.
Mais tarde, nessa noite, fizeram amor como nunca tinham feito. Apaixonadamente sim, mas também com muita ternura. Porque já não eram apenas os corpos que estavam em sintonia, nem o desejo que os unia. Nessa noite, os dois eram realmente um só de corpo e alma, unidos pelo sublime sentimento do amor. Mais tarde, deitados, os dois nus em cima dos lençóis, perfumados pelas pétalas de rosa, Ricardo disse, acariciando a cabeça que repousava no seu peito.
- Sempre foi muito bom, mas hoje foi maravilhoso. Saber que nos amamos mudou tudo. Despoletou emoções, intensificou sensações, transformou o bom em ótimo.
Ela não respondeu, e de repente ele ficou inseguro:
- Não foi assim contigo? - questionou
Ela levantou a cabeça e beijou-o
- Sabes que foi. Simplesmente de repente ocorreu-me um pensamento. E se algum dia o teu irmão descobre a verdade sobre a Matilde?
- Nunca o saberá. Se a Susana te disse que o encontrou e ele fingiu não reconhecê-la, não vai querer saber nada dela. Deve ter medo que a esposa descubra alguma coisa, e o deixe, já que o sogro é um homem muito rico, e a mulher é a única herdeira. É um bandalho, toda a vida tentou prejudicar-me, mas desta vez, o céu trocou-lhe as voltas. Deus escreveu direito por linhas tortas, como se costuma dizer, pois graças à sua canalhice, hoje temos uma filha maravilhosa, estamos juntos e felizes. E ainda que um dia nos encontre, ele nunca te conheceu nem sabe quem és. Não te preocupes, a Matilde é tão nossa filha, quanto os outros que me deres – disse beijando-a de novo e puxando-a suavemente para cima dele.
-Olá, hoje temos dose dupla - disse ela rindo
-Tu mereces, - respondeu segundos antes, da sua língua chegar ao mamilo dela.
Em seguida as palavras transformaram-se em gemidos e ela mergulhou num mar de sensações que a percorriam da cabeça aos pés.
 No dia seguinte, enquanto tomavam o pequeno-almoço, Ricardo disse:
- E se deixássemos a Matilde mais um dia com os avós e ficássemos com o dia para namorar? Uma espécie de mini lua-de-mel em qualquer sítio bonito. Achas que eles se importariam?
-Aqueles dois? Ficavam lá com ela nem que fosse a semana inteira. Adoram-na. O meu receio é que ela estranhe. Uma noite já ficou outras vezes, mas duas?
- Vamos vê-la e falamos com eles. Se ela chorar, telefonam e voltamos.
Não chorou, e eles passaram um dia maravilhoso na Ericeira, e uma noite de sonho, no hotel Vila Galé.
E se ambos pensavam que não poderiam ser mais felizes, descobriram o seu engano, um ano depois, quando o médico na sala de partos, levantou a bebé e a apresentou dizendo-lhes: 
- Pais, eis a vossa filha. Parabéns. É uma bela menina.


 Fim


15.7.19

UM PRESENTE INESPERADO - PARTE XLIX







Não se conteve ao ouvi-lo dizer pela segunda vez que a amava. Enlaçou-lhe o pescoço e procurou-lhe a boca para um beijo apaixonado. Porém quando as mãos dele desceram pelas suas costas numa carícia que parecia incendiá-la, afastou-se dizendo:
- Ainda não, se é para por a alma a nu, vamos despi-la os dois. Depois iniciaremos uma vida nova, sem mais dúvidas nem enganos.
Quando te conheci, eu era virgem de corpo e sentimentos. Tinha tido um namoro ainda muito jovem, se é que se pode chamar namoro, aqueles três meses em que me deixei acompanhar por um amigo que dizia amar-me e querer casar comigo. Na altura eu era muito nova, ainda nem tinha feito vinte anos. A minha mãe estava doente, tinha deixado de trabalhar, a minha irmã era uma criança, e eu tinha deixado os estudos e estava a trabalhar para aguentar a casa. Entre o trabalho, o cuidar da mãe doente e da Susana, não tinha tempo para passear, namorava um pouquinho à noite e sem qualquer intimidade. Três meses depois a minha mãe morreu, o meu namorado, queria casar rápido, mas queria que eu levasse a Susana para uma instituição. Dizia que eu não podia assumir a sua criação e educação, ele não ia casar comigo e assumir tal responsabilidade, nem gastar com ela, aquilo que seria dos nossos filhos.
Entre os dois, a escolha era óbvia. Nunca mais soube nada dele, até há cinco anos, quando o encontrei num supermercado, com a mulher grávida e duas crianças de tenra idade.
No dia do nosso casamento, ainda era virgem de corpo, mas já não de emoções, pois cada vez que me beijavas, deixavas-me em brasa, e fazias-me sentir e desejar coisas, que nunca tinha sentido. Nunca mais fui a mesma depois da noite de núpcias e não me refiro ao óbvio. Naquela noite antes de adormecer repeti a mim mesma, as promessas do casamento, certa de que te amava e te amaria sempre.
No início, fiquei deslumbrada com o sexo. Cada nova carícia me deixava mais louca, eu queria ficar o resto da vida nos teus braços. Depois percebi que isso acontecia porque só me demonstravas carinho na cama. No dia-a-dia, eras simpático, companheiro, querias sempre dar-me qualquer coisa, até quiseste dar-me um carro, sem perceberes que os bens materiais não me seduziam, que só queria o teu amor.  Mas não havia lugar para mim, na tua vida amorosa. Todo o teu amor era para a Matilde. Uma noite, depois de fazermos amor, tomei coragem e disse-te como estava feliz por ter acabado de fazer amor. Tu respondeste-me. “Amor? Fizemos sexo, Isabel. Não te iludas, nem confundas as coisas”
Na manhã seguinte fui à farmácia e comprei a pílula. Por muito que eu desejasse ter um filho, nunca o teria sabendo que ele não era fruto de amor dos dois. E a partir daí, contra o meu próprio desejo, sempre que podia fugia da nossa intimidade.
- Perdoa-me. Fui muito estúpido, confundi tudo. Esquece o que aconteceu, vamos começar de novo. Juro que não te vou dececionar.
Isabel olhou-o durante uns segundos e depois estendeu-lhe a mão direita
- Isabel Penha Sarmento.
Ele estendeu a sua e apertou-lha:
- Ricardo Souto Medina. Encantado em conhecê-la.



Pensei acabar a história aqui, deixando à imaginação de cada um o final, até porque a história já vai longa, mas depois pensei que se esta história tinha tido prólogo, também devia ter epílogo. E já que tiveram paciência até aqui...
 Mas não sei se vou publicá-lo se mantenho a história assim. 
DEIXO-VOS A DECISÃO. Querem um episódio mais ou fica assim?