12.10.11

AS HISTÓRIAS DA EMILIA

4 POR 4  (A ARTE DE BLOGAR)


HOJE ESTOU AQUI .  AOS AMIGOS QUE POR AQUI COSTUMAM PASSAR EU PEÇO QUE PASSEM POR LÁ. E SE PUDEREM PRESTIGIEM DEIXANDO A VOSSA OPINIÃO SOBRE O TEMA.


MUITO OBRIGADA

9.10.11

UMA TARDE DIFERENTE

Saí de casa esta tarde sem  destino. Querem ir comigo? Venham daí...

Encontrei este bonito painel de azulejos, num recanto do Barreiro velho.  Absolutamente escondido, e já com uma parte (que propositadamente não mostro) todo grafitado. Entretanto encontrei o marido e continuamos juntos o passeio,  pelo Barreiro Velho, ou Histórico como lhe chamam alguns e fomos dar a um larguinho onde em todas as paredes há azulejos com quadras populares de gente do Barreiro. Eis alguns...



Não são uma delícia?
Continuando o passeio entramos na Igreja de Santa Cruz que estava aberta, e depois de uma breve oração resolvemos dar uma volta pelo jardim dos franceses, testemunho mudo dos nossos encontros e juras de amor trocadas  em... 1964
Aqui  tiramos algumas fotos. O nosso nome na arvore ou desapareceu, ou está lá mais para cima, pois não conseguimos vê-lo, mas o banco onde namorávamos lá está pintado da mesma cor. Não resisti e sentar-me lá um pouco

Já no Fórum, achei estranho muita gente na Bertrand e pensei que era a sessão de autógrafos do Joaquim Pessoa que me tinham dito estaria no Barreiro este fim de semana. Não era. Mas era a sessão de autógrafos de um poeta barreirense que muito admiro e que talvez vocês conheçam. Luis Ferreira de quem já falei neste espaço algumas vezes. Pois é, eu só conhecia o poeta, não o homem que transporta o poeta. Esse eu só conhecia virtualmente. Agora já conheço os dois. Homem e poeta. O lançamento é do seu 4º livro


do qual vos deixo este poema

AMIZADE

A todos vós,
Que comigo caminham,
Trazendo no peito um abrigo
Nas palavras a mão estendida
Amparando o desalento
Nos nevoeiros que por vezes me cercam.
Só vocês... podem de facto saber
Que lágrimas derrama o meu olhar,
Que sorriso declama o meu rosto,
Em que espaço me perco e me acho,
A natureza do que visto e do que sou
Na sede, a doçura que satisfaz,
Na fome, o pão humano que se ergue,
Nas trevas, a luz da bússola dos gestos
Numa consciente presença,
Sem olhar a quem, sem olhar a meios.
É impossível para mim,
Tocar no rosto de cada um...
Importando a minha presença no vosso abraço,
Neste amor que sinto,
Partilho e deixo no perfume de um poema
No qual, humildemente agradeço
E digo - Obrigado!
Apenas... por sentir a vossa amizade.

Luis Ferreira

Para quem não conhece o poeta, deixo aqui o link do seu blogue

 ESPERO TENHAM GOSTADO DO PASSEIO  E DESEJO-VOS UMA BOA SEMANA

EDUCAÇÃO EM PORTUGAL




ALGUÉM CONSEGUE COMENTAR ISTO?
TEM EXPLICAÇÃO O INEXPLICÁVEL'?

8.10.11

COISAS QUE ME IRRITAM



Há coisas que me irritam e me fazem “saltar dos carretos”. E é claro que não estou a falar de novos impostos, nem do novo preço dos medicamentos que é diferente cada vez que vou à farmácia, nem da falta de empregos nem do aumento dos transportes, ou de outras “gracinhas” do governo, e da tão famosa troika.
Não que isso não me irrite. Irrita e de que maneira. Mas como isso é mal de todos, não é disso que quero falar hoje.
Do que quero falar hoje é das pessoas que fazem do passeio um escarrador, lançando para ele as suas secreções salivares. Que é como quem diz, cospem e escarram para o passeio com a mesma naturalidade com que falam ou riem.
Irrita-me as outras que gostam muito de animais, têm às vezes mais do que um em casa, e na hora de irem passear o/s canito/s, vão para o parque, ou mesmo para a rua de trás, ou da frente para que os animais se aliviem longe da sua porta, sem se preocuparem em levar o saquinho para efectuar a recolha dos dejectos dos animais, conspurcando assim a rua.
Irritam-me os “cavalheiros” que se sentam a meu lado no autocarro e que abrem as pernas como se fossem um pavão a exibir o rabo, e me entalam de encontro à janela para não ficar num roça-roça  promíscuo.
Irritam-me os meus vizinhos de cima. Não que eu tenha alguma coisa contra o facto de se lembrarem de fazer amor às três, quatro, ou cinco horas da manhã. Nada disso. Eles são jovens, devem estar apaixonados. Aceito que não possam trocar de cama. Afinal de contas estamos em tempo de crise e a vida não está nada fácil. O que me irrita é a falta de criatividade deles. Porque raios têm que fazer sempre amor, numa cama que range tanto, mas tanto que mais parece comboio antes de travar na estação? Porque raio os vizinhos têm sempre que testemunhar o acto? E garanto-vos que eu tenho o sono pesado e não acordo assim por dá cá aquela palha. Porque é que não vão para o sofá? Para o chão, ou para a mesa da cozinha. Que diabo no meu tempo os jovens tinham mais imaginação.


NÃO ESQUEÇA SE AINDA NÃO LEU QUE ESTÁ AÍ EM BAIXO O ÚLTIMO CAPITULO DA HISTÓRIA DE ISABEL.
BOM FIM DE SEMANA E BOAS LEITURAS