27.10.11

ROSA - PARTE XIII

Forte de Peniche


Continua

BOM FIM DE SEMANA

12 comentários:

São disse...

mas valeu a pena: viveu Abril de 19174!

Durma bem.

BlueShell disse...

Ora, cá está: um momento de tensão. Tdas as dificuldades haviam sido superadas; agoraum novo desafio...como reagirá Rosa? Esse dasassssego irá consumi-la por dentro? Aguardo...

Um beijo minha querida...estou a gostar imenso.

BShell

ana costa disse...

Retrato bem vivo ainda no espírito de muitos, apesar dos anos passados!
Gostei sinceramente muito de tudo o que li aqui!
Se não se importar vou permanecer e continuar com as leituras.
Um abraço

aflores disse...

Nem só os comunistas foram parar a esse triste e de má memória Forte de Peniche.

E alguns, jamais regressaram a suas casas e familiares. Para eles foi tarde o Dia da Libertação.

Tudo de bom.

Isamar disse...

Amiga, como calculas, já visitei algumas vezes o forte de Peniche e em todas elas senti um inevitável calafrio e uma revolta incomensurável.Ali, os esbirros da PIDE, mataram,torturaram atrozmente milhares de vítimas inocentes que tão só pretendiam a Liberdade. Não esquecerei a longa noite fascista nem a enorme alegria quando soube que havia caído. Estarei eternamente grata ao Movimento dos Capitães e a todos aqueles que sempre acreditaram que um dia Portugal seria livre. Quanto à nossa Rosa, ainda temi uma traição, não mais dormiu descansada. Era pela calada da noite que os algozes actuavam e deixavam filhos, mulheres, mães, pais na maior angústia.
O Barreiro, grande centro fabril, era vigiado de perto por eles.
Voltando ao texto, fiquei muito satisfeita que tivesse havido uma transformação da vida da Rosa e família mas as grades que ilustram o texto dizem-me que o João irá parar a Peniche. Oxalá tenha saído vivo!
Bem-hajas, amiga!

Beijinhos

Paulo Cesar PC disse...

elvira, o relato desse texto nesse seu capítulo coloca a nossa Rosa diante de uma realidade vivida por muitos e em muitos países. A história cada vez toma mais ares de dramaticidade. Um beijo no seu coração.

MARILENE disse...

As mudanças que nos trouxeram progresso resultaram da coragem de "poucos". João pertence a essa classe, a dos que não esperam que outros tomem as atitudes, e ingressou no movimento, atendendo a seus ideais. A mulher, certamente, tem motivos para acalentar o medo. Se nosso futuro já é tão incerto, mais temerário se torna em uma vivência da natureza.

Bjs.

esteban lob disse...

Parte 13...y no resultó fatal. Al contrario.¡¡¡¡

(En Chile hay una superstición que dice que el número 13 es...fatal!

Un beso, amiga.

Tite disse...

Tenho amigos no Barreiro que viveram estas situações e eram mais unidos e discretos que ninguém. A mim, nessa altura, nem me passava pela ideia que tantos lutavam para nós termos uma vida melhor.

Elvira, tenho passado mas nem sempre tenho tempo para comentar.

Neste momento gostaria de deixar uma mensagem de que tudo esteja na maior normalidade contigo, amiga.

Bom FdS

Maria disse...

Lido tudo de uma vez, como um livro, é bem melhor, Elvira.
Descreves na perfeição a vida dura de outros tempos, o que para mim não é novidade porque já te leio faz tempo, e enveredas nesta última parte pelo trabalho clandestino. Uma vertente da vida de alguns corajosos da época, a quem tanto devemos.
Insisto na pergunta: para quando um livro com as tuas estórias? São mais do que isso, são documentos vivos que nunca são demais para os dias que hoje passamos.
Vou acompanhar a estória da Rosa e do João, que poderiam ter outros nomes que eu conheço.

Um abraço.

Sofá Amarelo disse...

Um época em que a vida melhorou um bocadinho mas que continuava sempre sob o cutelo da PIDE!

lis disse...

Fiquei curiosa pela luta travada no Peniche Elvira.Vou pesquisar no google rs
e fico temerosa pelo que vai ocorrer com os ideais que o João demonstra acalentar.
seu conto está adorável , a leitura é clara, bem cuidada ,nao repetiviva e estou adorando .
um abraço forte