25.10.11

ROSA - PARTE XI

Foto de Eduardo Martins



Continua

12 comentários:

Dulce disse...

Pobre Rosa! Que vida dificil... E há tantas Rosas por este mundo de meu Deus!...

Beijos e um bom dia, Elvira.

lis disse...

Oi Elvira
Pobre menina a Rosa.Entretanto com todos os revezes que passa e com essa penga de filhos teve sorte de ser amparada por um bom homem que a respeita.
Os tempos de antigamente eram duros e moça que não casava sofria preconceito de toda espécie .
Tomara esse marido tomasse juizo e parasse de fazer filhos rsrs
achei engraçado a frase dos rebuçados ( que aqui chamamos balas).É fácil querer assim desembrulhado né não?rsrs deveriam parir também ... rs
Elvira,estou gostando do rumo,apesar da vidinha danada que a Rosa está levando.rs
deixo um abraço

Severa Cabral(escritora) disse...

Que jeito duro de levar a vida ...vamos dar esperança de dias melhores para Rosa...
bjssssssssssssss

Luís Coelho disse...

Retratos portuguêses tão puros e genuínos.
Tantos fados e vidas assim cantados por artistas e vividos pela maioria dos nossos concidadãos.

Isamar disse...

Fiquei muito comovida mas, simultaneamente, muito orgulhosa com esta Rosa nortenha que lutava pela vida com quantas forças tinha. Tantas dificuldades, tanto trabalho,tantos sacrifícios, tantos filhos para tão pouco dinheiro. Conheci muitas famílias assim, Elvira. Mulheres honradas, que preferiam aceitar a vontade dos maridos a divorciar-se. Ao tempo, uma vergonha e ainda piorava a sua vida. Eles consideravam-se " muito homens" ostentando a sua numerosa prole, esquecendo, porém ,que as boquinhas dos filhos precisavam de alimento, vestir, calçar, cama quente, ir à escola...
Quanto sofriam as mulheres!
Mais um documento que mostra a vida dura e crua dos operários neste tempo. Estamos a passar por tempos difíceis mas o controlo da natalidade já pode ser feito. Felizmente!

Bem-hajas, Birinha!

Beijinhos

difusosreflexos disse...

Obrigada pela visita, Elvira.

Aqui encontro um conto de vida, um conto com gente verdadeira dentro.
Espero conseguir seguir a história.

Mesmo com toda esta chuva, que chegou de repente … desejo-lhe uma boa semana.

Ana Sofia

Agulheta disse...

Amiga Elvira.Que vida sofrida tinha a Rosa,nessa altura muitas Rosas haveria pelo país fora,cujo trabalho nem dava para comer.Aqui neste precioso texto,tem vida do passado que nunca queremos que volte? A minha mãe que Deus tem contava tanta coisa que fazia arrepiar como era a vida nos fins da segunda guerra.
Abraço e tudo de bom.

ps:Andei um pouco em baixo,mas agora estou melhor obrigada

Nilson Barcelli disse...

Nesse tempo a vida era bem difícil... e os filhos nasciam como silvas...
Beijos, querida amiga.

Lilá(s) disse...

Pobre Rosa, teve sorte por um lado mas a miséria persegue-a, sorte ter um marido que a respeita.
Bjs

Lilá(s) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luis Eme disse...

excelente retrato da vida dificil das pessoas comuns, nos anos trinta a setenta, do século passado.

abraço Elvira

BlueShell disse...

MUITO BOM: transmite as dificuldades da época, dificuldades da gente pobre.
Achei piada ao comentário do Joâo acerca das muitas vezes que Rosa engravidadva!
Claro que estava cansada e se sentia velha: muito bom este "aparte"!