15.9.11

ISABEL - PARTE XIV


Foto do  Google.

Continua.´

(peço desculpa a quem está ansioso pela continuação da história, que nos dois últimos fragmentos não adiantou nada. Porém acho  necessário este "chove-não-molha" para situar melhor a protagonista dentro da história. Prometo que o próximo será totalmente diferente e nos vai mostrar uma Isabel bem diferente do habitual)

9 comentários:

Isamar disse...

Acabei de fazer um grande comentário mas perdi-o. Volto amanhã.Mas gostei muito!
Beijinhos

Bem-hajas!

Maria disse...

Pronto, lá vou eu esperar pelo próximo capítulo. Se fosse um livro virava já a página, Elvira.
A propósito, não pensas publicar as tuas estórias?

Um abraço.

Paulo Sempre disse...

Aqui voltarei na certeza de outros capítulos aqui encontrar...
Beijo
Paulo

Ana Martins disse...

Aguardo ansiosa, Elvira!
Parabéns pela magnifica história, consegue pôr os seus leitores a pedir mais.

Beijinho,
Ana Martins

JOSÉ ROBERTO BALESTRA disse...

Não prometa nada!! Vai como vai que está muito bom. Adorei a fábula do mês de maio. Como brazuca que sou sequer imaginava uma coisa tão engraçada dessas. Obrigado. Esperemos o andamento da bela narrativa. bjs.

Isamar disse...

Vamos lá ver se é desta! Acabei de fazer segundo comentário e, antes mesmo de o publicar, o computador resolveu reiniciar. Nem me deu explicações!
Dizia eu que a tua narrativa continua muito interessante apesar de "paradinha". Estes momentos fazem sempre falta para a introdução de novas personagens e para que os episódios possam ir sucedendo.Se assim não procedesses, terias um conto muito pequeno e tu queres dar-lhe outra dimensão como pressenti desde o início tal como aconteceu com outros contos que já publicaste. Mas não penses que para quem te lê tem menos interesse porque tu vais acrescentando informação que nos enriquece a todos. A história do mês de Maio eu ouvi-a muitas vezes contada pelo meu pai, no dia de Maio, nos piqueniques que aqui fazíamos mas, confesso, não me lembrava dela e foste tu quem ma recuperou ao inseri-la neste teu texto. Como vês, vamos lendo e aprendendo. A história das condelipas, também chamadas de cadelinhas mas aqui por nós de conquilhas, também foste tu quem ma contou. E gostei de adicionar esse episódio ao meu conhecimento.
Voltando à história ( se fosse um livro que eu tivesse em mãos já o tinha devorado), a Isabel anda muito pensativa, metida consigo mesmo e às voltas com o tal homem do sonho e de sonho que é uma simbiose do marido com o tal lacobrigense ou não, de olhos cinzentos, que encontrou na praia.
Talvez seja o sucessor do Paulo lá na empresa, talvez seja aquele que tem gozado a vida à "fartazana" e que vai aterrar de vez ao lado da Isabel. Quem dá o rumo és tu, nossa timoneira,e decidas o que decidires não diminui o nosso interesse. Acredito que, além dos que comentamos, haja muitos mais a ler o teu belíssimo texto.
Bem-hajas, amiga!

Mil beijinhos, escritora!

Tem um bom dia!

Filoxera disse...

Está a ser interessante, esta história...
Ficarei, então, à espera dessa Isabel diferente do habitual.
Tenha um bom fim-de-semana, amiga.
Beijinhos.

BlueShell disse...

Tive d eir abaixo ler senão perdia o "fio à meada!" Pois é...a mocinha anda "estranha"..que se passará? Saudades...ainda antes de partir? Não creio.Receio do que vai encontarar....insegurança? Hummmm...ficamos à espera...(antes do "mês que há-de vir", se fazes favor...heheheh)
Bj

São disse...

Há uma coisa que é dita e com a qual concordo de todo: encantamo-nos com o estrangeiro e esquecemos as coisas lindas que temos em Portugal!

Abraço amigo.