Dois grupos alugaram um autocarro de dois andares para irem passear até ao jardim zoológico, era um grupo de loiras e o outro de uma casa de reformados. O grupo de reformados ficou no andar de baixo e as loiras ficou no andar superior.
Logo que a viagem começa, o grupo de baixo sempre muito animado está a divertir-se imenso. Um dos velhinhos apercebe-se que não ouve nada do andar superior e, sendo ele um perfeito cavalheiro, decide ir até lá investigar. Quando chega ao andar de cima, vê as loiras todas com um ar muito assustado, espantadas e agarradas ao banco da frente. Ele pergunta:
- Que diabo se passa aqui? Lá em baixo estamos a divertir-nos imenso!
Uma das loiras olha e diz:
- Sim, mas vocês têm um condutor!
A jornalista tenta iniciar uma entrevista com um alentejano, que minuciosamente estudava o firmamento, debaixo do chaparro. Então, virando-se para o alentejano, diz:
- Aquele monte além dá trigo?
E o alentejano:
- Nã dá nada…
E, continua a jornalista:
- E dá batata?
E o alentejano:
- Nã dá batata não…
E, mais uma tentativa, a jornalista:
- Então dá centeio?
O alentejano:
- Nã dá nada porra!!
A jornalista, para não desistir da entrevista, faz mais uma tentativa:
- E semeando milho?
E o alentejano responde:
- Ahhh! Semeando já é outra conversa…
Numa cidade do interior, todas as mulheres que traiam o marido, ao se confessarem ao padre, diziam que haviam caído no buraco. O velho padre morreu, e entrou um padre novo que não tinha conhecimento do buraco. E varias mulheres durante a confissão diziam-lhe todas o mesmo: que tinham caído no buraco. O padre como desconhecia a história, ia dizendo:
- Mas isso não é pecado minha filha.
Certo dia o padre foi falar com o Presidente da Câmara. Disse-lhe que ele deveria fechar as ruas da cidade, porque estavam com muitos buracos. O Presidente como já sabia da história por conversas anteriores com o antigo padre, começou a rir-se. Então o padre respondeu-lhe:
Não sei porque se ri. A sua mulher esta semana já caiu três vezes...
O sexo visto por diferentes profissionais:
Para os médicos, é uma doença, porque acaba sempre na cama.
Para os advogados, é uma injustiça, porque há sempre um que fica por baixo.
Para os alentejanos, é uma máquina perfeita, porque é a única em que se trabalha deitado.
Para os arquitetos, é um erro de projeto, porque a área de lazer fica muito próxima da área de saneamento.
Para os políticos, é um ato de democracia perfeito, porque todos gozam independentemente da posição.
Para os economistas, é um efeito perverso, porque entra mais do que sai. Às vezes, nem se sabe bem o que é ativo, ou passivo, ou se há valor acrescentado.
Para os contabilistas, é um exercício perfeito: entra o bruto, faz-se o balanço, tira-se o bruto e fica o líquido. Em alguns casos, pode ainda gerar dividendos.
Para os matemáticos, é uma equação perfeita. A mulher coloca a unidade entre parênteses, eleva o membro à potência máxima e extrai-lhe o produto, reduzindo-o à sua mínima expressão.
Para os psicólogos, é f***** de explicar.
Numa convenção subordinada ao tema "sexualidade", o orador a páginas tantas questiona a audiência:
- Quem é que daqui, faz amor todos os dias, levante o braço.
Vários braços se levantaram.
De seguida, continua o orador:
- Podem baixar. Quem é que daqui, faz amor uma vez por semana, levante o braço.
Mais alguns braços se levantaram.
- E quem é que daqui, faz amor uma vez por mês, levante o braço.
Mais alguns braços se levantaram.
Podem baixar. E quem é que daqui, faz amor uma vez por ano?
Ninguém se mexia. Nisto um homem bem no fundo da audiência levantou o braço todo contente e disse:
- Eu! Eu faço amor uma vez por ano! Eu!...
Diz-lhe então o orador:
- Então o senhor faz amor uma vez por ano e está todo contente?
- É que calha hoje!... calha hoje!...- respondeu o homem.















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