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29.4.22

29 DE ABRIL DE 2007 - 15º ANIVERSÁRIO DO SEXTA

 

POEMA PARA UM EMIGRANTE
                                                                                                                                  

Eu queria chamar-me Manuel
e viver tranquilo na minha terra
ir á tardinha com os amigos ao café
e falar do tempo sem pensar que a seca
trará a flor da fome ás searas queimadas.


Eu queria chamar-me Manuel
e ter uma casa, água e luz,
poder fazer um filho livremente
sem pensar na subalimentação
física, nem intelectual


Eu queria chamar-me Manuel
ter emprego e não pensar
que os salários estão atrasados
e talvez o desemprego esteja á espreita
e a fome seja o jantar do próximo mês.


Eu queria chamar-me Manuel
e continuar a pensar Abril,
como a esperança da minha terra.
Eu queria chamar-me Manuel..
e sou apenas o emigrante.

Elvira Carvalho


Foi com este poema, na altura sem foto (eu sabia lá como pôr uma foto) que este blogue nasceu há precisamente 15 anos. Desde então muita coisa aconteceu, muitos amigos passaram por esta casa, alguns ainda por aqui andam, outros partiram atraídos por outras redes sociais, e outros ainda partiram para aquela viagem que ninguém quer fazer mas que mais cedo ou mais tarde todos fazemos.  A esses recordo-os com carinho e muita saudade. Todavia hoje é dia de festa e para ela estão convidados todos que que por aqui passem.




Obrigado Noname

29.4.21

E HOJE ESTAMOS DE PARABÉNS ...

Gentileza da Noname


 É verdade. Este vosso espaço, faz hoje 14 anos. Nunca me passou pela cabeça quando, ainda a tentar descobrir o que era um computador e como se mexia nele,  pedi ao meu sobrinho que me abrisse um blogue, que 14 anos depois ainda por cá andaria. 

Todavia, o mérito não é meu mas de todos aqueles que me acompanharam nesta caminhada, pois são vocês que com a vossa presença, o vosso carinho e as vossas palavras me levantaram, me sustiveram, e me inspiraram em todos estes anos.

É certo que muitos partiram seduzidos pelas redes sociais, mas outros têm chegado e ocupado o lugar com o mesmo carinho e amizade. E não me digam que amizade virtual não existe, porque, meu Deus, quantas provas recebi em momentos críticos de amigos virtuais, muito antes de os ter conhecido e se terem tornado reais. Por isso, meus amigos é por vós que o Sexta existe, é por vós que existe  A Mulher e a Poesia  a irmã mais nova do Sexta que hoje faz 13 anos. E é para vós que vai o meu agradecimento e a festa.




29.4.17

FELIZ ANIVERSÁRIO SEXTA







O Sexta faz hoje dez anos. Nasceu a 29 de Abril de 2007. Dez anos de muita história, muito aprendizado, muitas alegrias e tristezas.
Sempre com a vossa companhia, o vosso carinho.
Mas com dez anos, é ainda uma criança, e como todas as crianças, ele espera receber um presente de aniversário. E o presente que o  Sexta deseja, é que quem por aqui passar, siga este link e tome conhecimento deste projecto. É só o que vos pede. O resto é convosco 

Agora a minha forma de vos agradecer a vossa presença, carinho e disponibilidade.


No  Casario do Ginjal, ela caminhava como por Magia, absorta por onde o Pensamento Viaja,  nos Jardins da Afrodite, Fincando raízes, nesse Jardim d’ abrolhos, envolta no seu Xaile de Seda, onde uma Lua Singular punha Reflexos de prata.
Era, Elisa, uma rapariga normal, que gostava de Arte Cultura e Espiritualidade, e de Andarilhar pelos caminhos da vida, Divagando não é bem a palavra certa, mas na verdade ela sempre se entusiasmava quando se dirigia A Casa da Mariquinhas, vizinha da AvoGi, pois À Esquina da Tecla, havia uma boutique, onde os Brilhos da Moda, se sobrepunham em Ponto aqui, Ponto acolá,  aos Olhares da Gracinha sempre com a Mania das fotos, e algumas novidades entre os Amigos de Portugal e os Manuscritos da Galáxia.
Pelo caminho, cruzou-se com Leoeosseus, a LopesCa e o Zé Povinho, que mantinham entre si uma Conversa Avinagrada, a propósito da Cronicas do Rochedo  .
Gostaria de os interromper, Só pra dizer, que  Existe Sempre um Lugar,  onde Céus e palavras, se podem conjugar, para que as Coisas de uma vida., sejam  Vida e plenitude.
Porém não teve coragem, e continuando A viagem, chegou ao Largo da Memória, verdadeiro  Berço do Mundo, onde um Homem sem blogue procurava Vivenciar a Vida, em Escrita desajeitada, Sem pés nem cabeça, mas com O toque do coração.
No Rio sem margens que era o largo, os Pensamentos de uma gaja como ela, eram Picos de roseira brava, Dispersamente espalhados, pelas Águas do sul, num Mar arável.
Ausente do céu, o majestoso Grifo Planante, fora substituído pelo Açor, em delicados voos. Percorrendo o espaço, com o seu Olhar de Ouro, encontrou os Filhos do Desespero, que tal como o Anjo Azul, estão apostados em fazer alguma coisa, para melhorar a vida das crianças, vítimas da guerra.
Emocionada perguntou-se: Que posso eu fazer? 
Nasci no Alentejo, num Recanto do Sol, cheio de Arte & Emoções,   nas Interioridades dum Cantinho da Casa, com uma Figueira Minha, sem Número de Matrícula, nem Livros Autografados, cuja única Prata da Casa, eram os Ecos e reflexos do sol, incidindo nos campos de Papoilas.
Quase a chegar ao Cantinho da gaiata, encontrou-se com a São, e a Janita, que logo quiseram saber por onde andara ultimamente que não se deixava ver. E foi então que Elisa confessou, que ultimamente se tinha perdido no mundo virtual, e lhes falou, do Blogue da Taís Luso, do Blogue Veredas, do Blog dos Forninhenses,  e do Blogue do Sex_agenário.
Mas logo elas lhe disseram, que devia sair mais vezes. É na rua que está a vida, A revolta e romance,  se chora e se ri.  Se perde o olhar e o pensamento em Devaneios a Oriente, Versos de luz, e Fragmentos poéticos. 
Aqui se grita, e nos perdemos em Diálogos d’amore, nos Olhares em tons da maresia, nas Fotos ao acaso, em busca das Coisas da Fonte, disseram elas.
Entretanto chegaram a Diana,  a Flor de Lis, e o Guardião, a Divagar sobre tudo um pouco, e os seis formaram o Pacto Português, e achando que Era tudo muito bom, partiram em busca de do Canto-meu, onde o Esteban, discursava para o seguinte grupo de amigos. 


ESPIRITUAL -MUSICA
ÀS BOLINHAS AMARELAS

ROAQUIM ROSA
MARIA 
LOURDES SANTOS


Um enorme obrigado a todos



Se alguém não encontrar o seu nome, peço que me avise.