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17.10.07
DIA INTERNACIONAL DA RECUSA À MISÉRIA
Comemora-se hoje dia 17 de Outubro, o dia internacional da recusa á miséria. E então pensei lembrar Darfur. Porque miséria, temos em muitos países, a começar por África e a terminar na América latina. Em Portugal mesmo, por muito que se tente esconder, existem muitas famílias a viver na miséria. Porém em Darfur, além da miséria extrema, temos a guerra civil, a violência e morte de milhares de pessoas, a violação de mulheres e meninas. O genocídio de um povo.
"A história do dia 17 de Outubro.
Jornada Mundial de Recusa da Miséria
No dia 17 de Outubro de 1987, respondendo ao apelo do Padre Joseph Wresinsky, cem mil pessoas reuniram-se no Adro das Liberdades e dos Direitos Humanos no Trocadéro em Paris, para renderem homenagem às vítimas da fome, da violência e da ignorância, para afirmarem a sua recusa da miséria, apelando para a humanidade se unir, e fazer respeitar os Direitos Humanos.
Uma laje proclamando esta mensagem foi inaugurada nesse dia e nesse Adro, onde em 1948 foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Os cem mil cidadãos presentes, eram oriundos de todos os meios sociais e de todas as crenças. Algumas representavam as autoridades públicas internacionais, nacionais e locais. Outras eram famílias vivendo as realidades da grande pobreza à qual resistiam corajosamente no seu dia a dia.
Assim nasceu a Jornada Mundial da Recusa da Miséria.
No dia 17 de Outubro de 1992, Javier Perez de Cuellar, então Secretário Geral das Nações Unidas, em nome de um grupo de personalidades internacionais, reunidas num Comité, lança um apelo para o reconhecimento do dia 17 de Outubro.
A 22 de Dezembro de 1992, o dia 17 de Outubro é proclamado de Jornada Internacional para a Eliminação da Pobreza pela Assembleia Geral das Nações Unidas. A partir daí as iniciativas para celebrar esta Jornada não cessaram de se multiplicar."
O texto entre aspas foi retirado da internet.
"A história do dia 17 de Outubro.
Jornada Mundial de Recusa da Miséria
No dia 17 de Outubro de 1987, respondendo ao apelo do Padre Joseph Wresinsky, cem mil pessoas reuniram-se no Adro das Liberdades e dos Direitos Humanos no Trocadéro em Paris, para renderem homenagem às vítimas da fome, da violência e da ignorância, para afirmarem a sua recusa da miséria, apelando para a humanidade se unir, e fazer respeitar os Direitos Humanos.
Uma laje proclamando esta mensagem foi inaugurada nesse dia e nesse Adro, onde em 1948 foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Os cem mil cidadãos presentes, eram oriundos de todos os meios sociais e de todas as crenças. Algumas representavam as autoridades públicas internacionais, nacionais e locais. Outras eram famílias vivendo as realidades da grande pobreza à qual resistiam corajosamente no seu dia a dia.
Assim nasceu a Jornada Mundial da Recusa da Miséria.
No dia 17 de Outubro de 1992, Javier Perez de Cuellar, então Secretário Geral das Nações Unidas, em nome de um grupo de personalidades internacionais, reunidas num Comité, lança um apelo para o reconhecimento do dia 17 de Outubro.
A 22 de Dezembro de 1992, o dia 17 de Outubro é proclamado de Jornada Internacional para a Eliminação da Pobreza pela Assembleia Geral das Nações Unidas. A partir daí as iniciativas para celebrar esta Jornada não cessaram de se multiplicar."
O texto entre aspas foi retirado da internet.
15.10.07
ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA
Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira, nasceu em Avintes em 1942, no seio de uma família tradicionalista católica. Tirou o curso do liceu no Porto. Em Avintes iniciou-se no teatro amador, e foi co-fundador da União Académica de Avintes. Foi para Coimbra em 1959, onde estudou Direito. Foi solista no Orfeon Académico de Coimbra, e fez parte do Grupo Universitário de Danças e Cantares e do Círculo de Iniciação Teatral da Académica de Coimbra. Tocou guitarra no Conjunto ligeiro da Tuna Académica. No ano seguinte editou o 1º EP acompanhado por António Portugal e Rui Pato. Em 1963 saíu o 1º disco de vinil, "Fados de Coimbra" que incluía a Trova do Vento que Passa, essa balada fundamental da sua carreira, com poema de Manuel Alegre, em consequência da sua resistência ao Regime Salazarista, e que as suas movimentações levaram a gravar, foi o hino do Movimento Estudantil.
Além disso Adriano Correia de Oliveira, tornou-se militante do PCP no início da década de 60. Em 1962 participou nas greves académicas e concorreu ás eleições da Associação Académica, através da lista do Movimento de Unidade Democrática.
Em 1967 gravou o vinil "Adriano Correia de Oliveira" que inclui entre outras a Canção com lágrimas.
Quando lhe faltava uma cadeira para terminar o curso de Direito, muda-se para Lisboa, onde trabalhou no Gabinete de Imprensa da Feira Internacional de Lisboa, e foi produtor da editora Orfeu. Em 1969 editou o "Canto e as Armas" tendo todas as canções poesias de Manuel Alegre. Nesse mesmo ano ganhou o prémio Pozal Domingues. No ano seguinte sai o disco de vinil "Cantaremos" e em 1971 "Gente d'Aqui e de Agora", que marca o primeiro arranjo, como maestro, de José Calvário, então com vinte anos. José Niza foi o principal compositor deste disco.
Fez-se um interregno de quatro anos, porque Adriano se negou a enviar os textos á Censura.
Em 1975 lançou "Que Nunca Mais" com direcção musical de Fausto e textos de Manuel da Fonseca. Este disco levou a revista inglesa Music Week a elegê-lo como o "Artista do Ano".
Fundou a Cooperativa Cantabril e gravou o seu último álbum, "Cantigas Portuguesas" em 1980. No ano seguinte numa altura em que já se encontrava doente, deixou a Cantabril e ingressou na Cooperativa Era Nova. Em 1982, com quarenta anos, num sábado, a 16 de Outubro, morreu em Avintes, nos braços da mãe, vitimado por uma hemorregia esofágica.
(Texto retirado da Wikipédia)
Hoje 25 anos após a sua morte, penso que cada dia mais faz falta a sua voz, para denunciar... a revolta que nos vai rasgando o peito.
Além disso Adriano Correia de Oliveira, tornou-se militante do PCP no início da década de 60. Em 1962 participou nas greves académicas e concorreu ás eleições da Associação Académica, através da lista do Movimento de Unidade Democrática.
Em 1967 gravou o vinil "Adriano Correia de Oliveira" que inclui entre outras a Canção com lágrimas.
Quando lhe faltava uma cadeira para terminar o curso de Direito, muda-se para Lisboa, onde trabalhou no Gabinete de Imprensa da Feira Internacional de Lisboa, e foi produtor da editora Orfeu. Em 1969 editou o "Canto e as Armas" tendo todas as canções poesias de Manuel Alegre. Nesse mesmo ano ganhou o prémio Pozal Domingues. No ano seguinte sai o disco de vinil "Cantaremos" e em 1971 "Gente d'Aqui e de Agora", que marca o primeiro arranjo, como maestro, de José Calvário, então com vinte anos. José Niza foi o principal compositor deste disco.
Fez-se um interregno de quatro anos, porque Adriano se negou a enviar os textos á Censura.
Em 1975 lançou "Que Nunca Mais" com direcção musical de Fausto e textos de Manuel da Fonseca. Este disco levou a revista inglesa Music Week a elegê-lo como o "Artista do Ano".
Fundou a Cooperativa Cantabril e gravou o seu último álbum, "Cantigas Portuguesas" em 1980. No ano seguinte numa altura em que já se encontrava doente, deixou a Cantabril e ingressou na Cooperativa Era Nova. Em 1982, com quarenta anos, num sábado, a 16 de Outubro, morreu em Avintes, nos braços da mãe, vitimado por uma hemorregia esofágica.
(Texto retirado da Wikipédia)
Hoje 25 anos após a sua morte, penso que cada dia mais faz falta a sua voz, para denunciar... a revolta que nos vai rasgando o peito.
14.10.07
13.10.07
8.10.07
HASTA SIEMPRE COMANDANTE CHE GUEVARA
Hasta Siempre Comandante Che Guevara
Aprendimos a quererte
Desde la histórica altura
Donde el sol de tu bravura
Le puso un cerco a la muerte.
Aquí se queda la clara,
la entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu mano gloriosa y fuerte
Sobre la história dispara
Cuando toda santa clara
Se despierta para verte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Vienes quemando la brisa
Con soles de primavera
Para plantar tu bandera
Con la luz de tu sorrisa.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu amor revolucionario
Te conduce a nueva empresa
Donde esperan la firmeza
De tu brazo libertario.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Seguiremos adelante
Como junto a ti seguimos
Y con Fidel te decimos:
Hasta siempre Comandante.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
(Carlos Puebla, 1965)
Ao passarem 40 anos, sobre o seu bárbaro assassinato, e quando todos os dias morrem milhares de pessoas em todo o mundo em luta pela Liberdade, e pelo direito ao pão de cada dia ocorre-me pensar quantos Ches seriam precisos, para que o mundo fosse um pouco melhor.
Aprendimos a quererte
Desde la histórica altura
Donde el sol de tu bravura
Le puso un cerco a la muerte.
Aquí se queda la clara,
la entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu mano gloriosa y fuerte
Sobre la história dispara
Cuando toda santa clara
Se despierta para verte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Vienes quemando la brisa
Con soles de primavera
Para plantar tu bandera
Con la luz de tu sorrisa.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu amor revolucionario
Te conduce a nueva empresa
Donde esperan la firmeza
De tu brazo libertario.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Seguiremos adelante
Como junto a ti seguimos
Y con Fidel te decimos:
Hasta siempre Comandante.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
(Carlos Puebla, 1965)
Ao passarem 40 anos, sobre o seu bárbaro assassinato, e quando todos os dias morrem milhares de pessoas em todo o mundo em luta pela Liberdade, e pelo direito ao pão de cada dia ocorre-me pensar quantos Ches seriam precisos, para que o mundo fosse um pouco melhor.
AZINHEIRA VELHA
Falei tanto da Azinheira Velha, como sendo o lugar da Seca de Bacalhau, e também porque é a minha terra, gostaria de lhes falar da história desta terra.
"Até aos finais do séc. XIV as referências á Telha, limitavam-se a tratá-la como uma das múltiplas quintas de Alhos Vedros, mas os séculos XV E XVI, com as alterações que trouxeram à região, fizeram crescer o lugar, transformando-o numa próspera freguesia.
A prosperidade do lugar da Telha, não parou de aumentar até ao séc. XVII, altura em que participou activamente na reconstrução da marinha portuguesa, destruída pela ocupação espanhola, através da instalação no local, de um estaleiro naval. Nesta altura, chegou mesmo a "emprestar" o seu nome ao esteiro de Coina, amiúdo referido por rio da Telha.
A existência de um estaleiro naval na zona ribeirinha da Azinheira Velha, justifica-se por Lisboa não possuir um porto de mar abrigado, havendo então necessidade de se aproveitar os abrigos naturais que o Tejo oferecia nos esteiros da Margem Sul. O rio Coina era abrigado das tempestades de Inverno, permitindo acabar a construção das embarcações, iniciadas no Verão, na Ribeira das Naus em Lisboa. Nas suas praias, segundo a tradição, construíram-se muitos dos navios das descobertas, e os sapais eram utilizados para enterrar madeira, preparando-a para a construção naval.
Embora só a partir dos finais do séc. XVI o estaleiro naval (ou feitoria) da Telha, alcançasse expressão e importância económica para o lugar, é de crer que em toda a região, onde abundava a matéria-prima, tivessem anteriormente existido diversos estaleiros, que asseguravam a construção das pequenas embarcações do tráfego local e da pesca.
Actualmente, no local onde antes se erguia este estaleiro naval, encontram-se as instalações de uma seca de Bacalhau - Parceria Geral de Pescarias - já centenária (1891) no concelho do Barreiro"
Esta é a história da Azinheira Velha, o sítio onde nasci. A Seca continua lá mas está desactivada.
O Texto entre aspas foi retirado da net, dos ficheiros da C. M. do Barreiro
"Até aos finais do séc. XIV as referências á Telha, limitavam-se a tratá-la como uma das múltiplas quintas de Alhos Vedros, mas os séculos XV E XVI, com as alterações que trouxeram à região, fizeram crescer o lugar, transformando-o numa próspera freguesia.
A prosperidade do lugar da Telha, não parou de aumentar até ao séc. XVII, altura em que participou activamente na reconstrução da marinha portuguesa, destruída pela ocupação espanhola, através da instalação no local, de um estaleiro naval. Nesta altura, chegou mesmo a "emprestar" o seu nome ao esteiro de Coina, amiúdo referido por rio da Telha.
A existência de um estaleiro naval na zona ribeirinha da Azinheira Velha, justifica-se por Lisboa não possuir um porto de mar abrigado, havendo então necessidade de se aproveitar os abrigos naturais que o Tejo oferecia nos esteiros da Margem Sul. O rio Coina era abrigado das tempestades de Inverno, permitindo acabar a construção das embarcações, iniciadas no Verão, na Ribeira das Naus em Lisboa. Nas suas praias, segundo a tradição, construíram-se muitos dos navios das descobertas, e os sapais eram utilizados para enterrar madeira, preparando-a para a construção naval.
Embora só a partir dos finais do séc. XVI o estaleiro naval (ou feitoria) da Telha, alcançasse expressão e importância económica para o lugar, é de crer que em toda a região, onde abundava a matéria-prima, tivessem anteriormente existido diversos estaleiros, que asseguravam a construção das pequenas embarcações do tráfego local e da pesca.
Actualmente, no local onde antes se erguia este estaleiro naval, encontram-se as instalações de uma seca de Bacalhau - Parceria Geral de Pescarias - já centenária (1891) no concelho do Barreiro"
Esta é a história da Azinheira Velha, o sítio onde nasci. A Seca continua lá mas está desactivada.
O Texto entre aspas foi retirado da net, dos ficheiros da C. M. do Barreiro
1.10.07
PELA PAZ
Posts Pela Paz
Um desafio virtual com efeitos reais
Em 1999, o cineasta britânico Jeremy Gilley iniciou esforços para instituir um dia anual de cessar-fogo global e não violência, depois de se aperceber que não havia qualquer data fixa para a celebração de algo tão universal como a paz. Dois anos depois as Nações Unidas aprovaram por unanimidade a criação do Dia Internacional da Paz, a assinalar todos os anos a 21 de Setembro.
O Mudar o Mundo decidiu associar-se a este evento através da iniciativa Posts pela Paz. Esta consiste em desafiar cada blogger a publicar nesse dia um post sobre o tema. Pode ser uma reflexão ensaística, um poema, uma fotografia, uma música, um vídeo, tudo o que a imaginação e a Internet permitirem, desde que a mensagem transmitida remeta para um ideal de paz.
Deste lado, comprometemo-nos a ser um ponto de partida para essas várias reflexões e, numa parceria com a Biosani, a entregar a instituições que dele necessitem um Pão Moinhos Vivos por cada post que adira à iniciativa. Assim, além de passarmos a mensagem online, podemos fazer também uma pequena diferença no mundo real.
Faça também a diferença e publique um post pela paz!
Este é o meu post pela paz. Não sei quem é o autor, mas acredito que a paz passa por respeitar o outro e tratá-lo como gostariamos de ser tratados.Não desafio ninguém, mas gostaria que cada um pensasse um pouco neste assunto e se quiserem aderir força.
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