Porque hoje é Domingo, e me tem sido pedido por algumas amigas, mais uma receita de Microondas.
FLAN DE CAMARÃO
Ingredientes
1 cebola picadinha
sal a gosto
1 pacote de natas
pimenta a gosto
1/3 de chávena de chá de água a ferver
sumo de 1 limão
250gr de camarões pequenos e limpos
16 camarões grandes
1 colher de sopa de salsa
1/2 chávena de chá de leite de côco
1 envelope de gelatina branca
Modo de Preparação
Tempere os camarões pequenos com o sal, a pimenta, a cebola, o sumo de limão e a salsa. Deixe
tomar gosto por 20 minutos. Coloque-os em seguida, num prato e leve-os ao Microondas por 3 minutos em potência alta. Retire-os e espere que arrefeçam um pouco. No copo do liquidificador, coloque as natas, os camarões, a gelatina dissolvida em água quente e o leite de côco. Bata-os até obter uma mistura homogénea. Prove os temperos, deite a mistura numa forma untada com azeite e leve ao frigorifico por algumas horas. Coza os camarões grandes por 3 minutos no microondas em potência alta. Desenforme e decore o flan com os camarões grandes.
Uma sugestão: Faça o flan de manhã antes de sair para a praia e deixe no frigorífico até voltar.
E pronto. BOM APETITE
Seguidores
8.7.07
7.7.07
6.7.07
QUEM ME DERA
Ai quem me dera voltar
aos meus sonhos de criança.
Ter olhos e não ver
este futuro de incertezas.
Ter ouvidos e não ouvir
soar a toda a hora
do mundo mil queixumes.
Ai quem me dera voltar
áqueles anos longínquos
olhar sorrindo p'ró mundo
e encarar a Vida
como uma bela promessa.
aos meus sonhos de criança.
Ter olhos e não ver
este futuro de incertezas.
Ter ouvidos e não ouvir
soar a toda a hora
do mundo mil queixumes.
Ai quem me dera voltar
áqueles anos longínquos
olhar sorrindo p'ró mundo
e encarar a Vida
como uma bela promessa.
5.7.07
3.7.07
O MEU CAVALINHO
Num cavalo de cartão
eu corria à desfilada
nos campos sem fim
do sonho
entre rios de alegria
e montanhas de inocência.
Nas asas da imaginação
via desfilar
perante os meus olhos
de criança
searas de carinho
pão de liberdade.
O mundo corria
pintado de esperança.
Hoje
o meu cavalinho
jaz morto
num velho armário
sepultado
como velho traste
sem préstimo.
E diante de mim
não desfilam mais
sonhos de esperança
pão de liberdade
diluída a alegria
em dor
perdida a inocência
de criança
em pecados de adulto.
eu corria à desfilada
nos campos sem fim
do sonho
entre rios de alegria
e montanhas de inocência.
Nas asas da imaginação
via desfilar
perante os meus olhos
de criança
searas de carinho
pão de liberdade.
O mundo corria
pintado de esperança.
Hoje
o meu cavalinho
jaz morto
num velho armário
sepultado
como velho traste
sem préstimo.
E diante de mim
não desfilam mais
sonhos de esperança
pão de liberdade
diluída a alegria
em dor
perdida a inocência
de criança
em pecados de adulto.
2.7.07
1.7.07
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