28.1.11

ESCUTA







8 comentários:

Parole disse...

Comovente e real sua poesia.
Gostei muito.

Ótimo fim de semana.

Agulheta disse...

Elvira.Poema dolente e muito actual ao que vive em alguns lados...gostei muito de ler.
beijoca bfs

Ana Martins disse...

Boa noite Elvira,
um brilhante poema, direi mesmo magnifico, só é pena ser tão real, infelizmente há tanta gente chorando!

Beijinho,
Ana Martins

Luís Coelho disse...

Um ribeiro correndo de pedra em pedra faz músicas diferentes por onde passa e o som que nasce em cada pedra.

Bonito e real este poema, mas poderemos certamente transformá-lo em hinos à vida e ao amor.

Cada dia que escutamos essas músicas tristes vamos mudar as pedras de sítio e construir cascatas transparentes onde as águas da vida brilhem e se dêem em amor a todos quantos se deixam levar na tristeza e no desanimo.

São disse...

O poema, como sempre, toca pela profundidade .

Um abraço grande, amiga.

gaivota disse...

de lamento em lamento, saltitando de pedra em pedra à ebira do rio...
lindo poema, elvira! parabéns
beijinhos

BRANCAMAR disse...

Querida Elvira,

Muito lindo e real o seu poema.
Na verdade e infelizmente hoje há motivos de sobra para chorar.

Espero que a esperança mantenha os sonhos e a vontade de lutar.

Beijos
Branca

Cata- Vento disse...

Nunca escreves ao acaso. Os teus poemas são sentidos, são apelos, são alertas. Ainda ontem saí para tirar fotografias e uma delas foi a um ribeirinho que descia correndo ao encontro dos seus companheiros. Parecia um choro de criança, aflitivo, solitário.

Bem-hajas, Elvira!

Beijinhos