18.10.09

MARIA - PARTE II

Foto minha, da Quinta do Xavier, o pinhal ao fundo, e lá em baixo o rio, com o pôr-do-sol reflectido

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32 comentários:

Maria disse...

Penso que já te disse, mas repito: tens uma forma muito especial de 'prender' o leitor às tuas estórias, desejando que o próximo capítulo venha rápido...

Um abraço, Elvira

Dina disse...

Bom dia, boa semana!!
Eu também sou como a Elvira, gosto de olhar para o passado mas sem saudosismos desnecessários já que nada podemos mudar e de mada nos adianta ficar a chorar sobre o leite derramado, o presente é bem mais importante porque dele depende o futuro.

amigona avó e a neta princesa disse...

Elvira que aconteceu ao "terceiro filho"? Um abraço...

Isamar disse...

Gosto muito deste teu conto. À semelhança dos anteriores, consegues prender o leitor de tal maneira que não pode passar sem tornar aqui. Quem será esta mulher, "velha conhecida" como dizes?
Continua, minha amiga, mas não esqueças o terceiro filho. Eu sei que cada episódio não é fácil mas nós agarrámo-nos a essa história de vida e queremos conhecê-la até ao fim.

Mil beijinhos. Reparte com a Mariana e restante família.

Bem-hajas!

Dulce disse...

Acompanho encantada suas recordações, Elvira e fico em suspense até a sua próxima postagem.
Beijos

gaivota disse...

uma velha conhecida... e esses sustos da maria,que coisas se passavam nesses tempos...
lindo de se ler este teu romance!
beijinhos

Vicktor disse...

Querida Elvira

Sempre me comovo quando leio os teus bonitos escritos... letras de vida vivida.

Que maravilha.

Beijinhos.

lula disse...

E a tua irmã com medo que os gnr a levassem por fazer xixi na cama!!!!!!!
Bjs

Oliva verde disse...

A surpresa do reencontro!
Fico ansiosa à espera de saber se será uma surpresa agradável!
Um abraço

Nilson Barcelli disse...

És uma contadora de histórias, ou de contos, neste caso.
Gostei dos 2 primeiros capítulos. Mas já sei que vou gostar de todos.
Boa semana, beijos.

tulipa disse...

Senti-me tão envolvida com estas suas belas palavras.
Parabéns!

Criei um novo género de post, uma ideia que tive, aproveitar as minhas muitas fotos, são centenas e juntá-las a uma poesia, onde exista uma palavra que tenha a ver com a minha foto.
Quer espreitar esta nova ideia?
Espero por si.
Aguardo a sua opinião.

Beijo e abraços.
Boa semana.

São disse...

A foto faz jus ao texto, sem dúvida.
Abraço.

Pena disse...

Estimada, Doce e Sensível Amiga:
O seu texto maravilha de deslumbre.
Os meus mais sinceros parabéns sinceros.
Tem capacidades literárias fabulosas numa escrita brilhante e admirável do seu sentir de tempos atrás que recorda notavelmente.
Excelente! Adorei. Fantástico e pleno de deslumbre.


Que ternura, carinho e encanto.

Beijinhos de uma pura amizade que prezo imenso.
Sempre a respeitá-la e a estimá-la
Com a admiração que já é uma constante...

pena

MUITO OBRIGADO pela sua amizade que é recíproca.
Bem-Haja, amiguinha fantástica.

lagartinha disse...

E pronto, cá estou de novo, sei lá eu por quanto tempo, mas espero conseguir ler tudo...
Beijinhos grandes

Graça Pereira disse...

Que bom ler-te! Recordações maravilhosas que fazem parte de nós.
Obrigada por as partilhares.
Um beijo.
Graça

José Pinto disse...

Um texto fantástico, uma partilha de pormenores interessantíssimos duma vida intensa.
Uma foto magnífica com direitos de autor, porque é da Elvira.
Um abraço.

anamarta disse...

Passei para deixar um Abraço e o meu obrigada pelas visitas e mails, talvez volte breve com regularidade, e explicarei a minha ausência.
Um abraço

alcinda leal disse...

Elvira só hoje consegui pôr em dia as minhas leituras e assim já pude ler dois capítulos desta nova narrativa. Como sempre as suas histórias comovem-me e deixam-me ansiosa pela continuação.
A foto do pôr de sol sobre o rio está linda!
Um beijinho
Alcinda

Rafeiro Perfumado disse...

Fazes-me reviver paisagens por onde passei tantas vezes...

DE-PROPOSITO disse...

O desfilar de um 'rosário' de recordações!
--------
Felicidades.
Manuel

Brancamar disse...

Querida Elvira,

Percorri estes pormenores de infância, tão idênticos alguns aos de várias crianças da mesma geração. Senti uma enorme identificação no gosto pelas amoras, nas cebolas cruas (rachadas no campo e temperadas com sal e vinagre) que aprendi a gostar com os lavradores e apesar das diferenças conforme as dificuldades, era uma infância livre, que nos temperou na natureza e nos detalhes fortes da vida.
Adorei lê-la, como sempre.
Um beijinho grande.
Branca

abueloscrisytoño disse...

Mi madre necesita cuidados, tengo el tiempo mal repartido ahora me encuentro con un montón de casas que leer en los bogs amigos.
Un abrazo Elvira
A.Cris

Tite disse...

Elvira,

Boa Noite!
Vou voltar para ler e comentar
Agora vou ouvir o Saramago. Ele sempre é o nosso Nobel da Literatura, né?

Beijossss

Luma Rosa disse...

Elvira, aceite o meu pesar pela morte de seu parente.

Às vezes também me perco em recordações, mas infelizmente as minhas não possuem tantos detalhes. Parece que o tempo está diluindo as imagens e ficando apenas o sentimento: Nostalgia!

Parabéns pelo conto! Estou seguindo!! Beijus,

direitinho disse...

Bom dia
Quero agradecer a visita lá no meu cantinho. Hoje, com mais tempo, estive a arrumar a casa e a ver alguns comentários que não vi na devida altura.
Gostei muito deste reviver as saudades da vida no campo. Quantas recordações agradáveis nos abraçam nestas madrugadas.
Tem uma escrita leve e com uma sequência que nos leva até ao fim de um modo leve e um misto de curiosidade.
Espero poder encontrá-la mais vezes.

Tite disse...

Elvira,

Cá estou de novo...
prendes-me sempre às tuas narrativas interessantes.
Achei graça àquela da cebola com sal, pois quando era pequena cheguei a ver a minha Avó materna e o meu tio Lelo comerem cebola crua com sal como lanche para aquietar o estômago até à hora do jantar.
Agora fico com brotoeja para saber quem é tal conhecida...

Agulheta disse...

Elvira. Sempre que aqui venho me delicio com as histórias,verdadeiras e de algum encanto e sabor humano,são estas que ficam bem no fundo da alma.
Agradeço as visitas ao blog.
Abraço.

Tony Madureira disse...

Olá,

adoro o que escreves. Obrigado!

Bjs

Lilá(s) disse...

E por aqui me prendo nestes escritos maravilhosos, ficando á espera do "continua".
Bjs

Mariazita disse...

Querida amiga Elvira
Estou de volta, (quase) completamente restabelecida. O pouco que falta o tempo se encarregará de levar ao sítio :)

Quero agradecer, de coração, todos os seus cuidados, que muito me sensibilizaram e ajudaram (por que não dizê-lo?) na recuperação.

Estive a ler este seu último post, e só depois me apercebi de que havia outro anterior, de que este é continuação, que fui também ler. Gostei imenso.
A sua escrita é riquíssima de imagens; ao lê-la consegue-se visualizar perfeitamente tudo o que a amiga descreve.
Continuarei a acompanhá-la, como sempre.

Entretanto, e após 3 meses de ausência, reiniciarei as minhas actividades “bloguísticas” no dia 25, domingo, com a publicação de um capítulo de Anita, na “Casa”. Seguir-se-á o “Histórias” e depois o “Lírios”, tão breve quanto possível.
Espero que agora a rotina normal se possa cumprir.

Uma vez mais obrigada pelas suas visitas.

Um abraço e beijo
Mariazita

Léo Metallica disse...

O que seria GNR?

Gostei da parte que narraste o pai em cima do telhado a hastear a bandeira do clube de coração. É um momento de intensa alegria, acredito eu.

Direto do Brasil.
Beijos.

freefun0616 disse...

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