23.6.11

EM NOITE DE S. JOÃO




Foto de Catarina Osório.



Junho é o mês dos Santos Populares. Um pouco por todo o país festejam-se em animados arraiais, ao som da música e acompanhado de sardinhas assadas regadas a vinho tinto ou cerveja consoante os gostos. As festas começas a 13, na verdade a 12 de Junho com o Santo António, padroeiro de Lisboa. Continua a 23 com o S. João, Padroeiro do Porto e termina a 28 com S. Pedro, que na verdade é o dia de S. Pedro e S. Paulo o que é desconhecido da maioria das pessoas. E que se festeja desde Amora a S. Pedro do Sul, das Lages do Píco á Ribeira Grande.




Em Lisboa pelo Santo António, feriado municipal, são tradição os casamentos e as marchas. No Porto pelo S. João, também dia de feriado municipal, são tradição os martelinhos, que substituíram o alho-porro de antigamente, e sobretudo o fogo de artifício lançado da ponte D. Luís, que é sempre espectacular.

10 comentários:

Pitanga Doce disse...

"No Porto pelo S. João, também dia de feriado municipal, são tradição os martelinhos, os alhos-porros e sobretudo o fogo de artifício lançado da ponte D. Luis, que é sempre espectacular".

É, Elvira. É...

Nilson Barcelli disse...

Também tenho saudades das noites dos santos populares que aconteciam quando era criança. Tudo muito mais simples, mas nem por isso menos entusiasmente.
Querida amiga Elvira, tem um bom fim de semana.
Beijo.

De Amor e de Terra disse...

É verdade Elvira que tudo vai mudando...pode até ser que qualquer dia voltemos ao convívio, algo semelhante ao que já tivemos.
Quem sabe?!Sonhar é bom!
Bjs.
M.M.

Luís Coelho disse...

A nossa sociedade, quer queiramos ou não, está toda em mudança e com as convulsões que se acentuaram nestes últimos anos ainda foi mais forte.

Para que haja aproximação devemos ser nós a sorrir, a dizer bom dia aos nossos vizinhos, a oferecer o lugar no autocarro ou numa fila de espera.

Sem nos apercebermos também arrefecemos e tornámo-nos como pedras neste meio ambiente.

Não vamos mudar o mundo mas se cada um mudar a sua maneira de ver e de conviver talvez as coisas comecem a ser melhores à nossa volta.

JPD disse...

Olá, Elvira

Agradeço a visita ao Guizo e retribuo.
Afinal, as memórias de infância são maravilhosas e valem por marcar uma diferença essencial.
No discurso dominante da actualidade, os Santos Populares, pelo menos aqui em Lisboa, são indissociáveis da sardinha assada.
Há anos atrás, são lembrados pelas fogueiras nas ruas e os saltos sobre as fogueiras até se extinguirem.

Aceita o convite e visita também http://overdemaistenro.blogspot.com
com edições à Segunda e Sexta.
O Guizo, apenas à Quarta.

Bjs

Mariazita disse...

Há aspectos do progresso que se pagam muito caros.
Um deles é precisamente o isolamente que se criou entre as pessoas. Já nada é como antigamente, em que as pessoas todas se cumprimentavam e sabiam os nomes umas das outras.
Até certo ponto depende de nós alterar, dentro do possível, os procedimentos de hoje; podemos começar por cumprimentar os vizinhos do prédio, o que muitas vezes não acontece...

Uma semana cheia de Luz. Beijinhos

Benó disse...

Vim passear um pouco por aqui, um pouco por ali, matar saudades desta sexta feira. Está com diferente visual mas mantém o mesmo carinho a amizade por quem a visita.
Um abraço e resto de uma boa semana. Elvira

Pitanga Doce disse...

Hoje há uma grande festa de São Pedro, no bairro da Gândara numa cidade que eu cá sei...e eu aqui. Ó dó!

Zé Povinho disse...

As festas juninas são a sua origem, pagãs é certo, mas que foram aproveitadas pelo catolicismo.
Abraço do Zé

Luís Coelho disse...

Bom dia Elvira

Passei só para lhe dizer que no link do pastor-continuação deverá
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- 3º escolha a 2ª opção e veja.