7.12.09

MARIA - Parte VIII



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34 comentários:

citadinokane disse...

Muita paz e amor em tua vida, querida Elvira.

direitinho disse...

Toda a história é triste e comovente mas parece-me ter excedido nesta parte.
Peguei na ponta do texto e de uma assentada fui seguindo o fio da meada.
A vida por vezes é muito madrasta e nem sempre sabemos como trocar-lhe as voltas,se isso fosse possível.
Parece-me que a esperança por muito dorida e sofrida,nunca foi vencida e se houver uma restia dessa luz a vida será melhor.
É desta esperança que vivo lhe envio uma parte para suportar essa tristeza.

mjf disse...

Olá!
Uma otpima semana para si:=))

Beijocas

Georgia disse...

Oi Elvira, tudo bem?

Passando para te desejar uma linda semana

Um beijo

Odele Souza disse...

Amiga,

Uma história triste mas muito bem escrita.

Beijnhos e boa semana.

Mariazita disse...

Há pessoas que nascem para sofrer. É o caso de Maria.
Posso imaginar como ela vai ficar quando souber que a Mãe morreu sem terem feito as pazes.

A sua narrativa está cada vez mais apaixonante.

Uma boa semana.

Abraço
Mariazita

gaivota disse...

coitada da maria nessa relação toda que a mãe lhe pôs e a obrigou a tomar estas atitudes...
e pobre elisa, morreu sozinha, e lá foi sozinha pelo caminho eterno e misterioso...
beijinhos

lula disse...

Uma vida de sofrimento de parte a parte.
O que se seguirá?
Bjs

Luma Rosa disse...

O caminho mais curto, sempre é culpar alguém. Mãe e filha, quantos desencontros!! Beijus,

tulipa disse...

Minha Querida
todos os anos passo por má e insensível quando demonstro os meus ideais nesta época do ano - sou totalmente "contra" a solidariedade apenas nesta época do ano; eu faço solidariedade todo o ano e por isso me irrita esta fase hipócrita de milhares de pessoas, não alinho, mas também não manifesto mais publicamente (no blog) isso.

Há blogues que não morrem nunca...é o caso do meu "KALINKA"
Ainda hoje pessoas se dirigem a mim chamando-me "kalinka", ficou o nome associado a mais de 3 anos de existência do 1º blog que tive.
Nunca eliminaria nem fecharia as portas do kalinka, pois no meu modo de ver, os blogues são como um diário onde eu me confesso e faço confidências do meu estado de alma; muitas vezes me apetece ir lá relembrar coisas passadas.
Que saudades!!!
Há coisas assim, com um carisma tão grande que toda a gente se lembra delas, nem todos gostam mas todos se lembram. E...marcam fases importantes das nossas vidas. Porque me fui lembrar agora do kalinka, que terminou em Março de 2008...?
...
Beijinhos.

Isamar disse...

É a terceira vez que leio este episódio. Comovo-me, arrepio-me e só agora deixo comentário. Vidas dolorosas estas que aqui traças. Infelizmente elas existem mais do que deviam apesar de incompreensíveis pois é tão curta a vida. Levei mais de quatro décadas sem cortar o cordão umbilical com a minha muito amada mãe até ao dia em que partiu. E não há dia nenhum que não a lembre com tanta saudade que ainda me dói.

Beijinhos

Bem-hajas!

Filoxera disse...

As mães, por vezes, magoam-nos, ainda que sem quererem. Esta, porém, remexia na ferida de forma dura...
Lá partiu, como todos havemos de fazer. Seguirei a narrativa para ver o que sucede com a Maria, agora com mais uma razão para estar triste.

(a propósito, esta música oprime-me o peito; tiro o som sempre que aqui venho. É para sublinhar o carácter da história?)

Um grande xi.

alcinda leal disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
alcinda leal disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
alcinda leal disse...

Boa noite Elvira!
Difícil a vida de Maria! Será que ela virá a ser mãe?
Por vezes relações conflituosas com a mãe são impedimento à maternidade!
Boa semana
Beijinhos
Alcinda

alcinda leal disse...

Peço desculpa... a impaciência fez-me clicar demais... Beijinhos
Alcinda

Jorge P.G disse...

Deixo o meu abraço e votos de continuação de boas histórias.

Agulheta disse...

Elvira. Vim ler a parte que me faltava,hoje com mais um pouquinho de tempo,história real mas com alguma tristeza pelo meio,as relações da Maria com a mãe.
Abraço e tudo de bom.

Lisa

Nilson Barcelli disse...

Há muitas histórias assim, tristes mas verdadeiras...
Continua, querida amiga, que vais bem...
Beijos.

José Pinto disse...

Vamos ver como vai Maria reagir à notícia da morte de Elisa, sua mãe. É uma história empolgante!
Um abraço

Lilá(s) disse...

Passei para continuar a leitura...
Bjs

capote disse...

De passagem estava, parei, li e gostei, qualquer dia volto novamente, parabéns.
Capote

Graça Pereira disse...

A vida é complicada mas as pessoas ainda lhe colocam curvas e contra curvas. É triste o ódio e o rancor...a falta de amor e de tolerância. Tudo isto conduz a um abismo tenebroso.É uma história triste e possivelmente verídica...
Parabens.
Um beijo e bom fds
Graça

fj disse...

Teria sido tb ela,Elisa, no seu tempo uma filha revoltada?
Bom fds
Um abraço Elvira

Dulce disse...

Elvira

Depois volto para o comentário sobre o conto. Agora quero saber como você está, porque passei lá pelo blog da Pitanga e li que você levou um tombo feio, foi até parar no Hospital! Disse que está estropiada? Nossa!... Deve ter machucado muito! Está melhor?
Beijos e melhoras para você

Brancamar disse...

Querida Elvira,

Consegui finalmente chegar aqui. Tenho tido o correio muito acumulado e os dias sempre fora à noite, excepto à sexta-feira, também não estive em casa no último fim de semana prolongado, um pouquinho mais perto de si, mas nem tanto. Vou tentar agora fazer as minhas visitinhas.
Aproveito já para lhe desejar um Bom Natal, muitos beijinhos para si, para a Mariana e para todos. Possivelmente ainda falamos.

Apesar de uma vida tão cheia, continua a brindar-nos com as suas belas histórias.

Parabéns pela sua arte de escrever a par de outras artes.
Beijinhos

Tite disse...

Oi Elvira dear!

Estás melhor?Talvez ainda não totalmente mas aos poucos vais voltar a ser aquela linda e desenvolta mulher que tudo pode e tudo faz.

Agora a propósito do teu conto... eu que também tenho conflitos múltiplos com a minha Mãe mas adoro-a (será que alguma vez ela se dará conta disso mesmo?), acho que ambas teriam feito melhor consultar um psicanalista.
Tanta coisa por resolver entre ambas!!!!

Vou continuar na expectativa mas, segundo a minha experiência de vida, não auguro nada de bom a esta Maria.

Aguardo...


Beijos para ti e um bom FdS... dentro do possível

Pitanga Doce disse...

Elvirinha, diz que tens as duas "asinhas" a funcionarem perfeitamente, óporamordedeus!
beijos da Mila

Talvez à tarde o pc já esteja "em pé"

Não ouço nem a tua música aqui! Logo eu que sou tão musical! Ó dó!

Tite disse...

Pitanga,

Eu ontem falei com a Elvira e ela contou-me que já mexe. Diz que faz as coisas mais lentamente mas o problema é ao nível das costelas.
Está tudo sob controlo. Mas ela de ir lá a tua casa contar-te como foi.

Beijos para ti e as melhoras para a Virinha

Fernanda disse...

Amiga Elvira,

Já percebeu que eu não conhecia este seu Blogue e que estou atrasada nesta leitura do seu conto que me parece muito interessante e empolgante,
Voltarei.
Abraço,

Ana Paula disse...

Olá passei por aqui, uma história triste mas que cabe muito bem em tantas histórias de vida. Muitas vezes as mães são cruéis esta morreu sozinha mas a filha tbm sofreu sozinha...
Um feliz Natal

Maria disse...

Vim reler-te para não perder o fio à estória, quando a continuares.
Achei que já te tinha comentado, mas foi provavelmente num daqueles dias em que estava com net portátil que funciona mal, e o comentário não ficou.
Espero curiosa a continuação da estória.

Um abraço

freefun0616 disse...

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Léo Metallica disse...

Hum... Enfim um pouco de ação.

E a mãe megera morre, como será a repercurssão de tal fato para Maria? Remorsso?

Direto do Rio.
Beijos.